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abr 08 2009

Entrevista: Deli Matsuo – Head of Human Resources LATAM – Google

Pessoal, para dar o ponta pé inicial nesta nova sessão do blog – batizada de tet-a-tet (ou cara-a-cara) – convidei para a nossa primeira entrevista um profissional que hoje é referência no mercado: Deli Matsuo – Head of Human Resources Latin America para o Google! Tive a felicidade de tê-lo como colega de faculdade, onde já ficava clara a sua predestinação ao sucesso profissional. Sua posição hoje, à frente do departamento de Recursos Humanos desta empresa visionária, não me espanta nem um pouco.

Deli é uma pessoa fantástica, dotada de extrema inteligência, sem dúvida um ponto fora da curva.

A entrevista teve suas questões organizadas em 5 temas:

  1. A importância de um 2o idioma para o mercado.
  2. O que o Google busca em um profissional
  3. A relevância da formação
  4. Certificações em TI
  5. Experiência

Abaixo, a transcrição na íntegra da entrevista realizada com exclusividade para o blog Cisco Certified:

<INICIO>

Deli, muito obrigado por disponibilizar parte do seu escasso tempo para participar desta breve entrevista. Como lhe disse, o objetivo é procurar transmitir aos leitores do blog – jovens e iniciantes no mercado, em sua maioria – quais as características observadas e valorizadas por empresas multinacionais, como o Google.

1) A relevância de se dominar um 2o idioma para se conquistar uma vaga no mercado.

Marco – Uma dúvida que parece torturar grande parte dos que ainda estão tentando encontrar seu espaço no mercado diz respeito à aparente obrigatoriedade de se dominar um segundo idioma. Recentemente, navegando pela sessão de perguntas e respostas do LinkedIn, me deparei com a seguinte questão: “INGLÊS – NECESSIDADE OU MODISMO?”, colocada por um experiente profissional da área de IT. Gostaria que compartilhasse conosco sua visão: Afinal, dominar um segundo idioma – notadamente o Inglês – é mesmo tão importante para o mercado? A alta demanda por profissionais com esta característica seria mesmo um “modismo”, ou os profissionais recém-inseridos no mercado, de fato, necessitam deste conhecimento em seu dia-a-dia? Finalmente, especificamente no caso do Google, seria este requisito eliminatório em um processo seletivo?

Deli Matsuo – O inglês não é um modismo, é um meio de comunicação. Pense nele como um telefone que você usa para se comunicar com pessoas pelo mundo. Se você não tem esse “telefone” você ficará limitado a trabalhar no seu micro-cosmo. Não acho que seja fundamental para a existência humana ou profissional, mas vai limitar o universo de interlocutores com quem você fará negócios. No mundo de TI, inglês é importante, assumindo que quase todo o material técnico produzido no mundo, sai primeiro em inglês. No Google e em empresas globalizadas, o inglês é o idioma das reuniões entre os escritórios. Algumas das entrevistas no Google são em inglês porque alguns dos entrevistadores são de fora do país. No Google, inglês é fundamental.

2) O que o Google busca em um profissional de TI

Marco – O Google é conhecido por ser extremamente criterioso em seus processos seletivos. Quais as principais qualidades e habilidades que uma empresa visionária como o Google busca nos profissionais? Analisando o outro lado, o que desabonaria um profissional, logo na fase de análise curricular?

Deli Matsuo – O Google busca candidatos que se destaquem em algumas coisas, entre as mais importantes estão: habilidades congnitivas, experiência profissional, liderança e aderência à cultura do Google.

3) A relevância da formação acadêmica

Marco – Qual o peso da formação acadêmica em um processo seletivo? O nome da instituição de ensino tem peso no processo de análise curricular? Vale a pena fazer uma pós fora do Brasil? Você acha que Mestrados e Doutorados são vistos como diferenciais em processos seletivos realizados por empresas, ou apenas por instituições acadêmicas e de pesquisa?

Deli Matsuo – No Google, o título acadêmico tem muita relevância, no sentido de ser uma forma simples de evidenciar a capacidade cognitiva. Eu considero que a formação num mestrado cria credenciais para um profissional em qualquer situação. O que não pode acontecer é a pessoa ter apenas isso para mostrar e nenhuma experiência profissional, em um processo seletivo onde experiência é requisito fundamental. A pós fora do Brasil tem relevância se o tema do curso for relevante e se a instituição for de boa qualidade.

4) Certificações em TI

Marco – Existe hoje uma infinidade de certificações de TI disponíveis. Você acredita que estas representam, de fato, um diferencial para o profissional que as possui? Em sua opinião, quais as certificações mais importantes e reconhecidas hoje, pelo mercado? (ex: PMP, Cisco CCIE, CISSP, etc).

Deli Matsuo – As certificações são importantes, mas apenas isso não basta. O que estou tentando colocar de maneira clara é que para competir pelas melhores vagas, o candidato precisará apresentar um curriculo bem equilibrado.

5) Experiência

Marco – Temos aqui o velho dilema do ovo e da galinha. A principal queixa dos profissionais que estão ingressando agora no mercado é que a maioria das vagas disponíveis exige um mínimo de experiência. O argumento dos jovens é sempre o mesmo: “Como posso obter experiência, se não me dão uma chance de iniciar no mercado?”. Gostaria que você nos desse sua opinião sobre a relevância da experiência para vagas “entry-level”, e passasse uma dica para os jovens leitores que estão enfrentando este dilema.

Deli Matsuo – Para os jovens, recém egressados das escolas, o único que eles têm para oferecer é a formação acadêmica. Ora, justamente neste momento, ter uma formação sólida, entre os melhores da sua turma, faz a vantagem competitiva. É mais fácil uma empresa apostar em um jovem que se formou entre melhores da turma do que em qualquer outro, se a competição é muito acirrada.

-*-

Deli, com isso concluímos nossa entrevista! Gostaria de lhe agradecer em nome de todos os leitores deste blog e em meu nome, claro, pela paciência, disponibilidade e abertura. Sabemos que sua agenda é muito restrita, e que participar de algo assim nem sempre é fácil.

<FIM>

Pessoal, espero que esta primeira entrevista tenha servido para lhes dar algum direcionamento profissional, especificamente nestes 5 pontos abordados.

Em breve teremos mais, aguardem!

Um grande abraço,

Marco Filippetti



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39 comentários

1 menção

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  1. Fera

    Sensacional, muito bom saber o que uma empresa do porte da Google procura em um profissional!!

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  2. Bruno

    Marco

    Muito legal essa iniciativa .

    Abs

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  3. Plinio Monteiro

    Excelente entrevista.

    Acho que um outro ponto que pode ser questionado para o próximo entrevistado é o seguinte:

    Esse caso aconteceu comigo. Durante o ano passado, após minha certificação procurei novos empregos até que consegui um em Porto Alegre, mas até então sempre mandava os CVs e o mantinha atualizado no site da apinfo, mas praticamente não recebia propostas.

    Quando me mudei para POA, atualizei o CV da apinfo para cidade local POA e recebi em menos de 1 mês 5 ofertas. Aí fiquei pensando… O que normalmente acontece? Preconceito pelo nordeste? “Achismo” de que não seria capaz de uma mudança?

    É isso e Parabéns pela entrevista.

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  4. Alexandre Canalle

    Boa Noite Pessoal,

    Vejo que o resumo da ópera é:
    Não seja Especialista, seja Generalista!

    O que dá a entender que quanto maior a gama de conhecimentos/habilidades você tiver desenvolvido, mesmo que você não seja o melhor da área em algum restrito nicho de conhecimento, terá maior chance de ser considerado um bom profissional devido à flexibilidade que seu currículo possa demonstrar.

    Agradeço muito essa inciativa, pois muitas das dúvidas que sempre nos assolam serão devidamente respondidas durante o decorrer dessa nova seção do blog!

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  5. fblessed

    Excelente entrevista. Que grande Iniciativa !!!

    Marco o que você pensa de um candidato que coloca em seu currículo que o mesmo foi o melhor aluno em sua turma ?

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  6. Benjamim Gois

    Parabéns Marco! Inovando como sempre. Informações de grande relevância para todos nós. As perguntas foram muito bem colocadas e muito bem formuladas, só achei que o entrevistado podia ter desenvolvido mais o tema nas questões 4 e 5. Aguardo ansioso pelo próximo tet-a-tet.

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  7. Mauricio Bento Ghem

    Excelenteeee entrevista!

    Interessantíssimo o tópico da entrevista e melhor ainda é a qualidade das informações que foi possível disponibilizar a todos nós.

    Obrigado por agregar este tipo de contato e experiência para nós.

    Um abração,
    Maurício.

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  8. Marco Filippetti

    fblessed, acho que, dependendo de como isso for colocado, pode valorizar seu CV, sim. Obviamente vc tem que saber COMO colocar esta informação (claro, contando que ela seja verdadeira… lembre-se, JAMAIS deve-se mentir em um CV!!!).

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  9. Marco Filippetti

    Benjamim, lembre-se que o tempo do Deli é extremamente escasso 😉 ! Estamos falando do Diretor de RH para toda a America Latina, de uma empresa mega dinâmica, que é o Google. O fato de ele ter participado já é muito.

    Abs!

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  10. gudines

    Parabéns pela iniciativa, esse blog surpreende a cada dia!

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  11. miovieira

    Achei bacana, o cara é bem direto nas respostas.
    Parabens Marcos.

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  12. marcos_network

    Primeiramente muito obrigado por compartilhar a entrevista. As perguntas foram bem focadas e as dúvidas realmente foram bem respondidas. Acredito que a “resposta geral” com relação ao mercado de trabalho, vida acadêmica, idiomas e certificações foi prontamente respondida quando o entrevistado respondeu muito bem, que tem que haver uma baleceada de tudo, ou seja, não precisa ser gênio, mas um pouco de mel de cada coisa é a chave para tudo. 🙂

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  13. alcantara_jp

    É sempre bom saber o que um Diretor de RH pensa, ainda mas sendo do RH de uma empresa como o Google.
    Só para deixar registrado, uma das perguntas foi sobre o domínio de outro idioma, ou seja, do Inglês em 90% dos casos.
    Concordo plenamente quando ele diz que o segundo idioma é uma ferramenta de trabalho muito importante e que sem ela seu campo de atuação fica restrito a um mundo menor. Ou seja, caso queira pertencer ao mundo fale a língua do mundo.

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  14. Amaury

    Ótima entrevista Marco.Essa nova sessão começou arrebentando!As questões são na minha opinião as maiores dúvidas de um candidato.

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  15. Tiago Lima

    Parabéns Marco, excelente entrevista e começando o tet-a-tet com um peso pesado do Google! Para nós, jovens na busca da tão sonhada oportunidade para atuar na área de TI, essa sessão vai ser de muita ajuda.

    Acrescentaria na pergunta 2 o seguinte, mudando ela um pouco:
    O que as empresas buscam em um profissional de TI?
    R: Mesmo com a minha pouca experiência, pois ainda não atuo na área, diria que elas buscam profissionais com objetivos claros, muito foco e muita vontade de aprender e crescer. São esses os pontos importantes que tenho notado. Já vi algumas pessoas “enrolando a corda no próprio pescoço” em entrevistas onde é feita a seguinte pergunta: “Como você se vê daqui a 5 anos?” Uma das respostas: “Me vejo em uma grande empresa, em um cargo alto e ganhando um bom salário.”

    Isso para mim é não ter objetivos claros e nem foco no que se quer alcançar. Além de estar iludido, é claro 😉

    Abraços,
    Ti@go

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  16. Flávio

    Muito bom mesmo!!! É realmente um privilegio ter a opnião de um profissional deste nível demonstrando suas opniões sobre o mercado de TI.
    Fiquei com uma dúvida:
    Marco, vc comentou que estudou com o cara, ele tem formação na área de TI então? O que ele está fazendo na área de RH?

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  17. Alexander Willians

    Marco, espetacular!

    Nem nos sonhos mais otimistas dos leitores deste Blog seria possível imaginar alguém como Deli Matsuo. Excelente estreia!

    []’s
    Alexander

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  18. Karl Frederick

    Amiguim vc é o cara…

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  19. Marcio §åMµ®å¡

    Marco, q ponta-peh inicial, heim? Imagina o segundo tempo como vai ser? Ótima entrevista! Essa nova sessão ainda vai dar mt o q falar (ou comentar, neh?).
    Abraço à tdos e boa pascoa pessoal!

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  20. Hamilton Rocha

    De parabéns, Marco.

    alto nível a entrevista. O Diretor do Google falou o que todos por experiência sabem: O CV equilibrado e o domínio da lingua inglesa. Só que de um RH deste nível dá uma sacudida para que ainda ” duvida”

    Hamilton Rocha.

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  21. Hudson Pereira

    Parabéns Marco

    Pela iniciativa da nova sessão do blog.

    Abs

    Hudson Pereira

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  22. Pedro

    Legal a iniciativa. Mas não achei nada de mais nessa primeira entrevista. Os temas comuns e as repostas sinceramente não acrescentaram nada para mim pelo menos. Inglês é fundamental e todo mundo que já trabalhou na área sabe da importância dele. Uma certificação é importante mas não é tudo, um formação é importante também, acho que todos sabem ou deviam saber. Se alguém não tem uma boa formação, nem sempre é por escolha própria, existem muitas pedras no caminho.

    A única parte que não entendi bem foi quando ele falou da formação academica mostrar que a pessoa tem capacidade cognitiva !!

    Para que está iniciando na vida profissional talvez tenha alguma informação relevante, mas achei fraca em termos de informações novas.

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  23. wagner

    Muitooo Bommm…

    Muito interessante saber o que a Google espera de um profissional…

    Marco,

    Parabéns pela iniciativa, ajudou muito com certeza…

    Daqui a pouco o blog perderá o status de blog e “evoluirá” para Portal! rsrsrs

    Abraçao, show de bola!!!

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  24. L.C.F.N

    Com relação a primeira questão, a do segundo idioma, acredito que é modismo sim, quando se exige tal idioma, porém no dia-a-dia não será necessário utilizá-lo.
    Exigir 2, 3 ou seja lá quantos idiomas a mais além da língua nativa é válido sim, quando o funcionário realmente necessitar utilizá-lo(s) no seu dia-a-dia na Empresa, do contrário não há o porque de se colocar isso como requisito obrigatório.

    Outra coisa é com relação a ser um dos melhores da turma em um curso de graduação por exemplo, não acho que seja necessário colocar isso no currículo, creio até que isso possa até dar um ar de convencido, sei lá… então se a Empresa realmente valoriza isso, vejo que a forma mais viável seria a de consultar o histórico do candidato ou algo parecido; inclusive já vi vaga para a IBM anunciada na faculdade onde estudei exigindo algo semelhante, onde para a vaga em aberto a Empresa exigia que em determinada disciplina de um dos cursos ministrados lá, o aluno/candidato teria que ter no mínimo uma média X em determinada disciplina (8 ou 9, não me lembro). Mas convenhámos, este tipo de exigência não é comum de se ver por ai.

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  25. Marco Filippetti

    De acordo Luiz! Mas convenhamos… Google não é uma empresa comum. As melhores cabeças estão por lá. É normal que eles tenham alguns requerimentos incomuns. De que outra forma separariam o joio do trigo?

    Abs!

    Marco.

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  26. Sandro Turcatto

    Parabéns a você Marco pela iniciativa e obrigado ao Deli por ceder uma parte de seu tempo.
    Obrigado, esperamos mais…

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  27. L.C.F.N

    rsrs, realmente ela não é nada comum e tem também essa ai da IBM que citei (algo raro de se ver) 🙂

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  28. Ricardo Lima

    O Roxsnd comentou sobre Generalista X Especialista.

    Na minha visão, o bom profissional é Especialista com conhecimento em outras áreas.

    Em resumo, um cara que conhece um pouco de muitas coisas e ao mesmo tempo muito de um determinado segmento.

    Acho que um mix de ambos (Generalista e Especialista) traz como resultado um bom profissional.

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  29. Rodrigo Falcão

    Parece que começamos com o pé direito!!
    Achei bastante interessante o caso do Plínio, será que rola preconceito mesmo com relação a região onde a pessoa mora?

    Abs!

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  30. Eron Melo

    Excelente!!!!!
    Fiz o meu CV simples, pq meu nível é simples por isso um CV simples, porém bem elaborado(sem mentir) indicando o potencial. Pretendo começar de baixo e ir galgando posições em uma mesma empresa para então garantir a experiência tão exigida. Pretendo assim conquistar, já em uma empresa, o que é muito exigido(inglês, certificações etc) para ascender com os valores que estarão sendo agregados.
    Esta entrevista com o Deli Matsuo é simplesmente como pérolas a serem muito bem guardadas.

    Abs e Muito Obrigado!!!!

    Eron Melo
    Aspirante CCNA

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  31. ferrugem

    Muito bom Marco!

    Que venham outros pontos fora da curva! 😉

    Abraços e obrigado,
    Felipe Ferrugem!!!

    “Juntos somos ainda melhores!!!”

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  32. Marco Filippetti

    Flavio, a formação do Deli vai muiiiito além de TI. 🙂

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  33. Fernando Avelino

    Realmente a entrevista e só provou a tendência do mercado atual, o negócio é que as empresas querem hoje em dia, como foi dito, um profissional que tenha habilidade cognitivas acima da média, pra saber administrar situações do dia a dia, e eu acho que a questão de inglês passa a ser em alguns casos (quando idioma não é essêncial no dia a dia), mais uma forma de provar suas habilidades cognitivas do que outra coisa.
    Na nossa área inglês é fundamental, e faltam muitos profissionais com inglês no mercado de TI, então se você não tem, comece a estudar que isso já será um baita diferencial, muitas empresas preferem contratar profissionais com menos experiência mas que tenham fluência no idioma inglês do que um experiênte sem fluência, ja vi muito isso.

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  34. eng.oliveiraa

    Caro Marco,
    Parabéns por mais esse projeto.
    Sobre a entrevista, temos de aprender a ser OBJETIVOS, assim como o Sr. Deli.

    Abraços a todos.

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  35. Carlos Almeida

    Ótima entrevista!!!

    São esses comentários de pessoas experientes que nos orientam, dando-nos uma base sobre a forma de pensar e agir quando procuramos emprego na área!!!

    Valeu Marco.
    Obrigado Deli!!

    Abraço!

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  36. deli matsuo

    Ola,
    Depois de ler tantos comentários, achei que talvez fosse melhor eu escrever para agradecer a oportunidade e tentar responder algumas das perguntas.
    Com respeito à minha formação, fiz engenharia elétrica e me graduei com o Marco, em TI. Depois fiz MBA também, mas isso já é outra história…
    Houve uma pergunta sobre “colocar que voce foi o primeiro da turma.” Eu pessoalmente não acho que isso seja ruim. Alguns podem dizer que é “metido”, mas eu acho informação relevante, assim como a média final ou a colocação no ranking da turma. Pensem na lógica do entrevistador. Queremos sempre encontrar os melhores. A sua colocação na turma pode ser um indicador importante para os entrevistadores.

    Outro fala sobre empresas pedirem o ingles, e no dia-a-dia, não usarem. Concordo que parece sem sentido, mas trata-se de oferta e demanda. As empresas pedem o máximo que podem encontrar, independente de nao necessitarem de todo o seu conhecimento. Além disso, voce pode ser um recurso importante em um projeto futuro, onde o ingles seja necessário, certo? 😉 Se voce fosse o contratante, tomaria a mesma decisão? Pense nisso.
    Caso queira que eu responda mais perguntas, podem direcionar para o Marco que ele me passa.

    É um prazer para mim, ver um amigo de longa data, fazendo um trabalho tão importante. Fico orgulhoso de ser seu amigo e desejo muito sucesso!~
    Abraços,
    Deli

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  37. Marco Filippetti

    Deli, com certeza, somos nós quem o agradece! 😉

    Um abraço e obrigado!!

    Marco.

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  38. A. Carvalho

    Olha lá Marcão, com moral com o grande Deli Matsuo.

    Realmente esse tet-a-tet foi muito proveitoso e essa nova experiência será muito bacana, mais um projeto que está dando certo, parabéns Marco.

    Abraços!

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  39. luizkazan

    Mundo Pequeno, hein Marco. Ele foi quem me entrevistou quando entrei para a Lucent Technologies, em 2001. Muito legal ver onde ele chegou.

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  1. Cisco Certified » Entrevista: Thiago Capucin - O SEGUNDO engenheiro de redes contratado pelo Google no Brasil

    […] um ex-colega de faculdade que tornou-se vice-presidente de RH do Google para a América Latina. Se não leram a entrevista na época, vale a leitura agora. O Deli comenta um pouco sobre os requisitos admirados pelo Google em seu disputadíssimo processo […]

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