<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><!-- generator="wordpress/2.2.1" -->
<rss version="2.0" 
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/">
<channel>
	<title>Comments on: WiMAX</title>
	<link>http://blog.ccna.com.br/2009/12/14/wimax/</link>
	<description>Blog focado no mercado e nas certificações de T.I.</description>
	<pubDate>Tue, 22 May 2012 08:28:09 +0000</pubDate>
	<generator>http://wordpress.org/?v=2.2.1</generator>

	<item>
		<title>By: ricardo.fsantos</title>
		<link>http://blog.ccna.com.br/2009/12/14/wimax/#comment-12413</link>
		<author>ricardo.fsantos</author>
		<pubDate>Thu, 14 Jan 2010 20:01:42 +0000</pubDate>
		<guid>http://blog.ccna.com.br/2009/12/14/wimax/#comment-12413</guid>
		<description>Muito bacana mesmo o teu post. Trabalho na Alcatel-Lucent e estive envolvido com os projetos de Wimax aqui no Brasil e em alguns países da America Latina.
Realmente aqui no Brasil não vingou essa tecnologia, grande culpa da indesição da ANATEL em liberação das frequências, hoje a BRT que virou OI tem uma rede ativa apenas para "Friend Users" ou seja para seus funcionários testarem nos estados do PR e RS, aqui em SP tem 2 sites ativos. O equipamento e a tecnologia em si é muito legal de se trabalhar, a gente utilizava o roteador da Cisco 3845 com a função HA (Home Agent) para a mobilidade.
Agora onde vingou e cada dia cresce mais a rede da Alcatel-Lucent é na Republica Dominicana, Bolívia e Chile. Apesar da Alcatel-Lucent ter anunciado que não investirá mais na tecnologia de Wimax Móvel, transferindo seus esforços para o LTE onde se tem noticias de taxas na interface aerea por volta de 60Mbps, lembro que no Wimax o máximo que conseguiamos garantir era um perfil com 5Mbps por usuário.
Na minha opinião o Wimax pode ter evolução nesses países onde o custo da infraestrutura cabeada é muito elevado, o que torna o custo de implantação do Wimax viável devido a sua grande área de cobertura e eficiência.
Porem aqui no Brasil vamos ir direto para o LTE, visto que a migração tanto de redes 2G /3G ou WCDMA é bem simples para o modelo LTE. Os trials com essa tecnologia já começaram em laboratório e em breve vão para campo, porem a ativação de alguma rede só vai ser mesmo no 2 trimestre do ano 2011.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Muito bacana mesmo o teu post. Trabalho na Alcatel-Lucent e estive envolvido com os projetos de Wimax aqui no Brasil e em alguns países da America Latina.<br />
Realmente aqui no Brasil não vingou essa tecnologia, grande culpa da indesição da ANATEL em liberação das frequências, hoje a BRT que virou OI tem uma rede ativa apenas para &#8220;Friend Users&#8221; ou seja para seus funcionários testarem nos estados do PR e RS, aqui em SP tem 2 sites ativos. O equipamento e a tecnologia em si é muito legal de se trabalhar, a gente utilizava o roteador da Cisco 3845 com a função HA (Home Agent) para a mobilidade.<br />
Agora onde vingou e cada dia cresce mais a rede da Alcatel-Lucent é na Republica Dominicana, Bolívia e Chile. Apesar da Alcatel-Lucent ter anunciado que não investirá mais na tecnologia de Wimax Móvel, transferindo seus esforços para o LTE onde se tem noticias de taxas na interface aerea por volta de 60Mbps, lembro que no Wimax o máximo que conseguiamos garantir era um perfil com 5Mbps por usuário.<br />
Na minha opinião o Wimax pode ter evolução nesses países onde o custo da infraestrutura cabeada é muito elevado, o que torna o custo de implantação do Wimax viável devido a sua grande área de cobertura e eficiência.<br />
Porem aqui no Brasil vamos ir direto para o LTE, visto que a migração tanto de redes 2G /3G ou WCDMA é bem simples para o modelo LTE. Os trials com essa tecnologia já começaram em laboratório e em breve vão para campo, porem a ativação de alguma rede só vai ser mesmo no 2 trimestre do ano 2011.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>By: tguesse</title>
		<link>http://blog.ccna.com.br/2009/12/14/wimax/#comment-12195</link>
		<author>tguesse</author>
		<pubDate>Thu, 17 Dec 2009 14:00:39 +0000</pubDate>
		<guid>http://blog.ccna.com.br/2009/12/14/wimax/#comment-12195</guid>
		<description>Bom dia Stefan o que eu quis dizer é que a tecnologia pode operar em varias faixas de frequencia, mas isso não quer dizer que um unico rádio esteja operarando neste range inteiro. Hoje por exemplo é muito comum ouvirmos falar de WiMAX em 5,8 GHz. (Apesar de  tecnicamente 5,8 GHz ser considerado Pré WiMAX pois os fabricantes ainda não garantem a interoperabilidade)

Abraço qualquer duvida fique a vontate para questionar</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Bom dia Stefan o que eu quis dizer é que a tecnologia pode operar em varias faixas de frequencia, mas isso não quer dizer que um unico rádio esteja operarando neste range inteiro. Hoje por exemplo é muito comum ouvirmos falar de WiMAX em 5,8 GHz. (Apesar de  tecnicamente 5,8 GHz ser considerado Pré WiMAX pois os fabricantes ainda não garantem a interoperabilidade)</p>
<p>Abraço qualquer duvida fique a vontate para questionar</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>By: gudines</title>
		<link>http://blog.ccna.com.br/2009/12/14/wimax/#comment-12192</link>
		<author>gudines</author>
		<pubDate>Thu, 17 Dec 2009 11:46:10 +0000</pubDate>
		<guid>http://blog.ccna.com.br/2009/12/14/wimax/#comment-12192</guid>
		<description>Assunto show de bola. Parabéns Thiago.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Assunto show de bola. Parabéns Thiago.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>By: Waldemar Jr.</title>
		<link>http://blog.ccna.com.br/2009/12/14/wimax/#comment-12186</link>
		<author>Waldemar Jr.</author>
		<pubDate>Wed, 16 Dec 2009 23:52:51 +0000</pubDate>
		<guid>http://blog.ccna.com.br/2009/12/14/wimax/#comment-12186</guid>
		<description>Trabalhei no grupo da Embratel, mais precisamente no Reparos PME. Na ocasião a embratel já possuia uma pequena quantidade de clientes, geralmente em locais onde não era possível chegar redes convencionais. Tenho péssimas recordações, pois era muito difícil realizar um reparo, principalmente se a troca de equipamento era necessária.
Mas é isso aí, valeu pelo post e espero que a tecnologia realmente vingue.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Trabalhei no grupo da Embratel, mais precisamente no Reparos PME. Na ocasião a embratel já possuia uma pequena quantidade de clientes, geralmente em locais onde não era possível chegar redes convencionais. Tenho péssimas recordações, pois era muito difícil realizar um reparo, principalmente se a troca de equipamento era necessária.<br />
Mas é isso aí, valeu pelo post e espero que a tecnologia realmente vingue.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
</channel>
</rss>

