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ago 03 2010

REDES FTTx – UM FUTURO NADA DISTANTE

Segue uma contribuição interessante do leitor Eduardo Laino. Obrigado Eduardo!!!
PS: Ajudem o colega comentando o post!


Título: “REDES FTTx – UM FUTURO NADA DISTANTE”
Autor: Eduardo Laino
Data: 03-08-2010


Com o crescimento dos serviços Triple Play (TV, Internet e Telefonia), os engenheiros e arquitetos estão passando a considerar a utilização de novas tecnologias de projetos de infra-estrutura. Novas casas, prédios e construções estão começando a necessitar de novas formas de estruturas para cabeamento estruturado, de forma que facilite e organize a instalação dessas novas tecnologias.Todo esse processo de implantação da nova estrutura têm que serem analisadas no inicio do projeto, considerando o uso de cabos de tv, telefonia, vídeo e fibra óptica. Projetos como tubulações, caixas de passagens são necessárias na inclusão do projeto, para que se torne mais fácil à instalação e distribuição da rede. Existem vantagens do uso da fibra óptica em relação ao cabo metálico, como, por exemplo, interferências eletromagnéticas e a não condução de corrente elétrica, tornando-se assim, não sensíveis os raios.As redes FTTH estão se tornando cada vez mais presentes nos projetos de empresas de telecomunicações. A Furukawa, umas das empresas que detém metade do mercado brasileiro de fibras ópticas e cabeamento estruturado, vem há anos desenvolvendo novas infra-estruturas de redes de comunicação, tentando padronizar novos projetos. Esta garante que as empresas que não começarem a considerar novas soluções para projetos modernos, estarão ficando para trás. Há hoje um crescimento muito rápido na adesão do serviço de Triple Play no país, fazendo com que projetistas criem novos padrões para a instalação para esse tipo de serviço. A ausência de soluções para atender a nova demanda pode resultar em insatisfações, pois um serviço Triple Play torna-se indispensável no conceito de futuras tecnologias.

FTTH envolve o uso de fibras por todo o percurso até cada residência individual. O FTTH é completamente livre de cobre na rede externa e tipicamente provê serviços com banda de 30 a 100 Mbps, porém devido às características inerentes das fibras óticas ela poderá prover literalmente banda infinita. Têm como terminação a fibra óptica dentro da residência (Fiber to the Home). Essas redes levam o cabeamento óptico até uma central multimídia nas residências, tornando possível o serviço Triple Play, com um preço muito acessível.

Solução FTTH

Central de Equipamentos/Headend: local onde ficam instalados os equipamentos ópticos de transmissão (OLTs) e o Distribuidor Geral Óptico (DGO) responsável pela interface entre os equipamentos de transmissão e os cabos ópticos troncais de transmissão.

Rede Óptica Troncal/Feeder: composto basicamente por cabos ópticos que levam o sinal da central aos pontos de distribuição. Estes cabos ópticos podem ser de aplicação em dutos subterrâneos ou de instalação aérea espinados em cordoalha ou auto-sustentados. Para aplicação PON as fibras são do tipo mono-modo.

Pontos de Distribuição de Fibras: De maneira a aperfeiçoar o aproveitamento das fibras ópticas, redes PON geralmente se apresentam em topologia Estrela-Distribuída. Nesta configuração, os pontos de distribuição fazem a divisão do sinal óptico em áreas mais distantes da central, reduzindo o número de fibras ópticas para atendimento a estes acessos. Neste local são instalados pequenos armários ópticos de distribuição associados a splitters ópticos. Neste ponto de distribuição são realizados a divisão, distribuição e gerenciamento do sinal óptico associados a este área. Alternativamente, estes armários podem ser substituídos por caixas de emenda associados a splitters ópticos para uso específico em caixas de emenda.

Rede Óptica Distribuição: formada por cabos ópticos, levam o sinal dos pontos de distribuição às áreas específicas de atendimento. Estes cabos geralmente são do tipo auto-sustentado com núcleo seco para facilidade de instalação. Associados a estes cabos, são utilizados caixas de emenda para derivação das fibras para uma melhor distribuição do sinal. Caixas de emenda, são devidamente alocadas para a distribuição do sinal realizando a transição da rede óptica troncal à rede terminal denominado de rede drop.

Rede Óptica Drop: composto por cabos ópticos auto-sustentados de baixa formação de número de fibra. A partir da caixa de emenda terminal, levam o sinal óptico até o assinante propriamente dito. O elemento de sustentação geralmente é utilizado para realizar a ancoragem do cabo à casa/prédio do assinante. Podem terminar em pequenos DIOs (Distribuidor Interno Óptico – para transição do cabo para cordão óptico no interior da casa/prédio.

Rede Interna: a partir distribuidor interno óptico (DIO), são utilizadas extensões ópticas ou cordões ópticos para realizar a transição do sinal óptico da fibra ao receptor interno do assinante.

fttx.jpg

Figura 1: Exemplo de FTTH com Dados e Voz

As redes FTTH vêm crescendo muito rápido e a diferença de custo está caindo a cada dia que passa com o desenvolvimento de novas soluções. A diferença de uma rede FTTH para uma rede metálica, hoje, é de apenas 30%. Já temos redes FTTH espalhadas por São Paulo, Bahia, Curitiba e até no interior paulista, na cidade de Garça. Com o custo das redes ópticas baixando cada vez mais, os tipos de serviços estão se entendendo cada vez mais, desde o serviço Triple Play, até serviços de CFTV. Agora só precisamos de infra-estruturas cada vez mais adequadas para utilização de tal serviço.



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25 comentários

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  1. Tiago Frigério

    Muito bem explicado o post! Obrigado por compartilhar esse conteúdo com o Blog!

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  2. Daniel Valente

    Ja temos rede FTTH em Gov Valadares/MG tambem : )

    Tecnologia show e o custo realmente despencando.

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  3. Tak

    FTTH só não é mais difundido ainda, porque alem do custo da fibra em si, temos mais 2 problemas complicados, o primeiro problema bem critico é muitas vezes vc passar a fibra até a casa do cliente, que pode ser aéreo (postes) ou subterrâneo, geralmente o custo para esta atividade é elevado. Também na instalação da fibra na casa dos clientes, as fibras que estão ficando cada vez mais acessíveis são aquelas que fazem uma curvatura minima, então na casa do cliente muitas vezes fica complicado, tem que fazer varias fusões para chegar ao ponto aonde vai ficar o conversor otico (modem otico e o roteador), e pode demorar um dia inteiro pra instalar 1 unico cliente, tudo isso acaba se tornando mais caro que a fibra em si.

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  4. Davi

    Ótimo post, Valeu pela informação

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  5. eliasvmiranda

    Não conhecia, muito bacana. Um abraço

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  6. Carlos Eduardo

    boa noite , na gvt em floripa instalamos FTTH tambem

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  7. markito

    SHOWWWWW!!!!!!!!!!A tempos não é postado algo tão interessante neste blog.Parabéns ao autor.

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  8. Tassio

    Po aí sim hein!
    Tava demorando pra pensarem em implantar uma solução boa e barata.
    Acho que mão-de-obra já que o Tak tocou no assunto não seria um
    grande problema se uma empresa pensasse em expansão em vez de exploração.
    Em São Paulo vários bairros já fizeram e estão fazendo reestruturação por fibra óptica.
    É um investimento que vale muito a pena.
    Abrasss

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  9. srodrigues

    Excelente Post sobre o FTTH, obrigado por compartilhar.

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  10. Deco

    Show em, fibra chgando em casa! ótimo post, de qualidade e bem explicado!

    Parabéns!

    Abs;

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  11. Tak

    Tassio,

    O problema não é o fato da expansão VS exploração, o problema é custo mesmo, porque qualquer empresa quebra se vc começar a oferecer um produto que não tenha demanda, como que vai pagar pelo o que foi instalado, pela mão de obra etc?

    Obviamente que em barrios de maior renda, ou então caso va ser utilizado tecnologia PON aonde é tudo fibra, pode se tornar interessante, mas no caso de FTTH é Fiber To The Home, a ideia é fibra até a casa do cliente partindo de algum ponto de distribuição da operadora (podendo ser armario ou spliter), só temos isso em massa no Japão e Coreia, aonde a renda é muito maior, os impostos menores, e a área pra ser coberta por fibra é inumeras vezes menor do que o Brasil por exemplo. Alem do lucro, as empresas tem que manter uma sustentabililidade, claro que no brasil elas buscam o lucro absurdo mesmo…

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  12. charlesrocha

    Vamos ser bem claros em relaçao a realidade de telecom no brasil e achei o post muito bom e informativo mas concordo com o tak pra isso começar a acontecer mesmo em velocidade acelerada teria que ter um acompanhamento do governo estudal federal e convenhamos a varias tecnologias inovadoras ja testada no brasil e estao paradas nao avançaram pra usuarios de media e baixa renda!
    Parabens pelo post!

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  13. Daniel Valente

    “pra isso começar a acontecer mesmo em velocidade acelerada teria que ter um acompanhamento do governo estudal federal”.

    Então ta ne?

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  14. ferrugem

    rsrs.. boa Daniel! rs 😉

    Belo texto Eduardo.. Valeu por compartilhar conosco.. Sem dúvidas é um assunto atual e que vale a pena conhecermos.. Se vai “vingar” aqui no Brasil, é outra história!

    Somente como referência, acredito que vale a pena uma “navegada” no site abaixo:

    FTTH Council

    Abraços e sucesso a todos,
    Felipe Ferrugem!!!

    “Juntos somos ainda melhores!!!”

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  15. charlesrocha

    Claro Daniel Valente eu citei o governo mas todo mundo da sabendo que estao querendo voltar com a telebras e a inovaçao em tecnologia no pais andou devagar durante anos e claro que e ironico citar o governo nesse nivel de tecnologia citado no post mas vale a resalva que pra implantar isso algumas empresas tem que fazer vista grossa !
    Se quizer mais informaçoes da uma olhada nesse site:http://www.teleco.com.br/emdebate/quadros08.asp

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  16. charlesrocha

    Reativação da Telebrás

    Juarez Quadros do Nascimento

    Sócio da Orion Consultores Associados e ex-ministro das Comunicações

    Muito é falado e escrito sobre uma eventual reativação da Telebrás. O que se passa? Trata-se de uma empresa de economia mista vinculada ao Ministério das Comunicações, constituída em 09 de novembro de 1972, nos termos da autorização contida na Lei 5.792, de 11 de julho de 1972 – que dispõe, entre outras providências, sobre autorização legal ao Poder Executivo para constituir a Telebrás. A empresa se rege pela lei supra, pela legislação referente às sociedades por ações, por seus Estatutos Sociais e pelo seu Regimento Interno.

    Entre seus objetivos coube à Telebrás, como empresa “holding”, planejar e supervisionar a implantação e/ou exploração dos serviços públicos de telecomunicações, por meio de subsidiárias ou associadas, de acordo com diretrizes do Ministério das Comunicações. Foi assim controladora das 54 empresas concessionárias de serviços de telecomunicações, sendo 27 de telefonia fixa, 26 de telefonia celular e uma de telefonia de longa distância, até a sua cisão aprovada em Assembléia Geral Extraordinária (AGE) de 22 de maio de 1998.

    Nessa AGE, com base na Lei 9.472, de 16 de julho de 1997 (Lei Geral de Telecomunicações – LGT) e no Modelo de Reestruturação e Desestatização aprovado pelo Decreto 2.546, de 14 de abril de 1998, foi deliberada a cisão parcial da Telebrás resultando na constituição de 12 novas empresas, sendo oito controladoras das concessionárias do serviço móvel celular e quatro controladoras das concessionárias do serviço telefônico fixo comutado, que foram desestatizadas em 29 de julho de 1998, permanecendo a empresa como remanescente, porém, não mais com a função de controladora do Sistema Telebrás.

    Com relação à extinção e dissolução da Telebrás, o Ministro das Comunicações, via Portaria MC 196, de 20 de agosto de 1998, considerando as disposições nos artigos 189, II e 195 da LGT, e nos art 3o e 8o do Anexo ao Decreto 2.546/98, decidiu:

    * que a Telebrás adotasse as providências necessárias para preparar um Plano de Liquidação a ser submetido à aprovação do Conselho de Administração (CA) da Companhia, no prazo de até 12 meses a contar da data da publicação da Portaria (art 1o, Portaria 196/98);
    * que concluído e aprovado o Plano de Liquidação, o CA convocasse AGE com o objetivo de deliberar sobre a dissolução da Telebrás, na forma dos art 136, X e 206, I da Lei 6.404, de 15 de dezembro de 1976 – que dispõe sobre as Sociedades por Ações –, (art 2o, Portaria 196/98); e
    * que o procedimento de liquidação, uma vez aprovada a dissolução por AGE, seguisse o disposto nos art 208 e 210 a 218 da Lei 6.404/76, respeitado, ainda o disposto no art 21 da Lei 8.029, de 12 de abril de 1990 – que dispõe sobre a extinção e dissolução de entidades da Administração Pública Federal –, (art 3o, Portaria 196/98).

    O Plano de Liquidação foi elaborado para dar suporte ao liquidante no cumprimento do estabelecido no art 210 da Lei 6.404/76. O Plano foi produto do trabalho realizado, de agosto de 1998 a julho de 1999, por Comissão constituída pela Telebrás, em 25 de agosto de 1998, em atendimento à determinação ministerial. O Plano proposto foi aprovado em 19 de agosto de 1999, com a determinação do CA da Telebrás a sua Diretoria de que fosse atualizado mensalmente até a AGE de dissolução e nomeação do liquidante.

    Como o quadro de pessoal da Anatel não havia ainda sido definido em lei, contando a ela o pessoal cedido da Telebrás, o CA deliberou em 03 de setembro de 1999, com o aval do Ministro das Comunicações, que a convocação da AGE da dissolução da Telebrás devesse ocorrer após a aprovação da lei criando o quadro de pessoal da Anatel.

    Entretanto, sancionada a Lei 9.986, de 18 de julho de 2000 – que entre outras providências, dispôs sobre o quadro de pessoal da Anatel –, depois de adotadas as providências para a transferência, por opção, de empregados cedidos pela Telebrás, foi impetrada pelo Partido dos Trabalhadores (PT) Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADIN) junto ao Supremo Tribunal Federal (STF) contra dispositivos do citado diploma legal, entre eles o que autorizou a absorção daquele pessoal.

    Em função de liminar deferida “ad referendum” do Plenário do STF o CA da Telebrás, com novo aval do Ministro das Comunicações, aprovou em 27 de dezembro de 2000, proposta no sentido de que a AGE de dissolução da Telebrás somente ocorresse após decisão do STF.

    Até 31 de dezembro de 2002, final do governo FHC, a ADIN ainda não havia sido julgada pelo STF. Via de consequência, a Telebrás aguardava decisão para adotar as medidas pertinentes relacionadas ao início do seu processo de dissolução. Alterações dessa situação, após 31.12.2002, podem ser detalhadas pela atual Diretoria da Telebrás.

    A empresa remanescente da “holding” Telebrás, sem subsidiárias ou associadas, continua existindo; a Lei que autorizou a sua constituição e a rege está em vigor, assim como a legislação referente às sociedades por ações, os seus Estatutos e o seu Regimento. Com base em um elaborado arcabouço legal, só foram desestatizadas as suas controladas.

    Reativar a Telebrás dependerá de um circunstanciado estudo de âmbito político, jurídico, econômico-financeiro e tecnológico. Porém, se reativada, será um retrocesso e desperdício de dinheiro público, uma vez que nas telecomunicações no Brasil não faltam investimentos privados. Onde falta dinheiro público é, e cada vez mais, em educação, saúde e segurança pública.

    abraço ferrugem e daniel rssss!

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  17. Daniel Valente

    Charles Rocha, eu ja estava ciente da reativação da telebras e acredito que o ferrugem tambem.
    Mas não entendi muito bem o que quis mostrar, ja que esse exemplo da telebrás fortalece a tese que nao devemos esperar muito do governo, ate porque essa reativaçao so serviu para alguns “consutores” ganharem dinheiro.

    Abs! e paz e amor para todos,! rsrs

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  18. charlesrocha

    Daniel com a suposta reativaçao da telebras voçê supostamente deve saber que o governo quer reativa-la pois a mesma possui cabeamentos em aneis opticos e o governo esta com um projeto de expansao de internet para todos.
    A telebras tem parte que é do governo e parte que sao privados por empresas.
    O que eu quis dizer com isso que mostrei pra voçês?
    Com o custo da implantaçao em redes ftth em alguns pontos do pais nao falando relativamente no sudeste do brasil,pra alguns provedores nao e vantagem ainda exemplo da telefonica que por si só nao quer esse tipo de infra em alguns pontos no momento pois nao e vantajoso pela (malha de cobre) que a mesma ja possui em sao paulo.
    Fica uma divergencia em relaçao a projetos e ressalto novamente que isso nao tem nada haver com o EXECELENTE POST nos informando como tecnologia TIPLE PLAY funciona , mais uma vez PARABENS EDUARDO pelo post so estou ressaltando a nossa realidade no momento nao estou dizendo que isso nao possa mudar!
    Tomara né?rss isso valeria varios foruns pra discutir sobre o assunto !
    Abraço a todos!

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  19. paulo_aun

    Boa noite pessoal ! Alguém tem alguma idéia de custo desta tecnologia ? Sei que deve variar conforme a distância da central conforme foi dito, porém gostaria de ter uma idéia.

    abs !!!

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  20. charlesrocha

    Implantação de rede FttH tem altíssimo custo, valores
    variam de US$ 800.00 a 2000 Euros por assinante;
    • Aproximadamente 80% dos custos associados às
    obras de enterramento da fibra;
    • FttH é investimento de longo prazo, que implica em
    período de transição, sem receita apreciável, para se
    alcançar um volume de utilização que torne o
    investimento rentável
    Tudo isso com valor em dolar euro ok?
    Abraço

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  21. Dicroh

    No RJ, a Mundivox instala na Barra de Tijuca por enquanto.

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  22. Alexandre Lima

    Falta mesmo é muito trabalho nessa area.

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  23. Thiago Ruiz

    Informação show de bola.
    Parabéns.
    Thiago Ruiz

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  24. GalvaoSSA

    Muito boa a matéria.
    Já trabalhamos com FTTH a 5 anos e temos vários projetos implantados.
    Implantamos a primeira rede FTTH do Brasil. Casas de Sauipe.
    Entregamos no mês de agosto/2010 a primeira etapa de um projeto em Pernambuco. Esta rede atenderá ao bairro inteiro. Chama-se Reserva do Paiva.
    Em novembro entregaremos um condomínio de luxo de Aracajú.
    Entre outros.
    Fechamos na semana passada uma rede com 1.850 ONT’s que estará em operação em setembro 2011.
    Vale a pena.
    A rede é bem estável.
    Abraços,

    Galvão

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