Arquivo de 17 de July de 2012

Pessoal, após quase 5 anos, decidi criar coragem e fazer uma série de upgrades - há muito necessários - no blog e fórum. Basicamente, farei o update de versão em ambas as plataformas, e espero que não tenhamos maiores problemas. Como estamos falando de quase 5 anos de defasagem, entretanto, problemas podem acontecer.

Farei o cut-off (ou seja, o backup de todas as bases de dados e arquivos) entre amanhã e depois, portanto, tudo o que for escrito pós-backup, em caso de pane nos processos, pode vir a ser perdido. Também é possível que tenhamos um outage do blog e fórum por um período de tempo maior do que eu gostaria. Espero que não, mas nunca se sabe.

Que a força esteja comigo nos próximos dias rsrsrs

Marco.

Popularity: 1% [?]

Share

Comments 11 Comentários »

Repassando! Quem tiver a oportunidade de comparecer, as discussões serão bastante interessantes.

Na próxima sexta feira, dia 20 de Julho, a Comissão de Ciência e
Tecnologia da OAB-SP, com apoio do NIC.br, da Sociedade da
Internet no Brasil (ISOC Brasil) e da Vivo, promoverá o evento
“Lançamento mundial do IPv6 - Estamos preparados?”
No evento abordaremos questões como o esgotamento do IPv4 e a
implantação do IPv6, o recente lançamento mundial do IPv6, em 06
de Junho, e como a transição para essa nova tecnologia afeta questões
de segurança, privacidade, e identificação de usuários Internet
em investigações criminais.
A mesa será presidida pelo Dr. Vitor Hugo das Dores Freitas. As
apresentações serão feitas por mim, pela Dra. Raquel Gatto, e
pelo Eng. Paulo Martins.


Onde: Salão Nobre da OAB SP
      Praça da Sé, 385 - 1o. andar
Quando: 20 de Julho (sexta-feira) - 19h


Informações e inscrições: http://bit.ly/Mvmplg
Para a participação, solicita-se a doação de uma lata ou pacote
de leite integral em pó - 400g


Atenciosamente,
Antonio Marcos Moreiras
Gerente de Projetos
Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR - NIC.br
www.ipv6.br / www.ceptro.br / www.nic.br

Popularity: 1% [?]

Share

Comments 7 Comentários »

E isso vale para as publicadas aqui também, claro :-)

Hoje, acessando hoje a página do UOL, me deparei com um artigo cujo título era: “Profissional que troca de emprego com frequência é malvisto pelas empresas“. Ao terminar de ler, percebo que não concordo com absolutamente NADA do que foi escrito - além de ficar indignado com algumas coisas, que menciono mais abaixo. Vou, então, buscar saber mais da entrevistada, uma suposta “coach” profissional. Vou na fonte master, o LinkedIn. E o que encontro? O perfil de uma pessoa sem qualquer experiência relevante - aliás, com menos de 7 anos de experiência no total. Pergunto-me, então, como uma pessoa com tão pouca experiência pôde:

  1. Auto-intitular-se “coach” - uma atividade que, em tese, deveria ser desenvolvida por um profissional com anos e anos de experiência no assunto;
  2. Extrapolar sua opinião para todas as profissões e ocupações de mercado - bom, isso a falta de experiência explica - e;
  3. Ser convidada pelo UOL para ser entrevistada sobre um tema destes?

Na minha cabeça, apenas uma explicação surge: Jabá! Só pode ser! Deve ser parente do repórter! Foi o que pensei na hora, não vejo outra explicação. Com tanta gente muito mais experiente neste ramo, como foram pegar logo ela, e para tratar de um tema tão delicado? Não quero pichar a moça, mas o que ela representa, deixo isso bem claro. Os grandes portais, jornais, revistas e emissoras de TV só se preocupam com uma coisa hoje em dia: Sensacionalismo: Se a manchete vai chamar a atenção, que se dane o conteúdo. Vamos com quem for mais fácil e/ou cobrar menos. O que importa é que nos acessem!

Não preciso dizer que é difícil encontrar algo que preste.

De qualquer forma, o que eu quero colocar aqui é que vocês precisam ser muito seletivos com o que absorvem de textos, artigos e posts espalhados pela internet afora. Este é um exemplo crasso. Alguns vão ler o artigo e podem até ficar com medo de fazer um movimento profissional que já estavam planejando baseando-se no que foi dito pela “experiente coach”.

Eu, particularmente, discordo de tudo o que foi dito por experiência própria. Em meu currículo,  passei por nada menos de 13 empresas em 17 anos. Só isso! Uma média de 0,76 empregos por ano. Em nenhuma delas fiquei mais de 4 anos, como a suposta “coach” sugere como melhor prática: “Três ou quatro anos é uma boa média de permanência na mesma empresa”. Curioso que, ela mesma, não tem essa marca em seu currículo, vejam só. De onde veio este número, então? De algum livro que ela leu? De algum filme que ela assistiu? Sem comentários.

Agora, me perguntem se eu tive algum problema para me recolocar durante estes 17 anos? Nunca! Me questionaram o porquê das mudanças? Sim, claro! E várias vezes. Mas sabendo explicar os motivos, qualquer profissional de RH (decente) do mundo vai  ponderar e considerar os fatos e motivos apresentados. Aliás, a movimentação constante, especialmente no mercado de T.I., não só é normal, como também é saudável.

Óbvio que sair de uma empresa para outra apenas para ganhar R$100 a mais vai ser complicado de justificar. Portanto, as motivações para as movimentações devem sim serem pesadas antes de tomar a decisão. Mas o que eu quero deixar claro é: Esqueçam estes artigos enlatados e façam acontecer (conscientemente, sempre)!

Segue outra “dica de ouro” do artigo de nossa master “coach”:

“Não generalize a insatisfação; busque pontualmente o que o desagrada e defina estratégias específicas para lidar com cada aspecto negativo. Se for uma determinada tarefa, por exemplo, considere a possibilidade de delegá-la”

Ou seja, se não gosta ou não está afim de fazer algo, repasse a bucha. Isso sim é que é exemplo de espírito de equipe!

Portanto, cuidado, antes de contratar um serviço destes (coaching), pesquisem BEM antes para não caírem em roubadas.

Desculpem se peguei pesado, mas este tipo de artigo me deixa “P” da vida.

PS: A julgar pelos comments postados no artigo, eu não fui o único a ficar indignado. Menos mal ;-)

Marco.

Popularity: 1% [?]

Share

Comments 18 Comentários »