«

»

set 24 2015

Você e/ou sua empresa estão preparados para o IPV6?

 

Você e/ou sua empresa estão preparados para o IPV6?

Não?

Embora não esteja sozinho, uma vez que segundo o cronograma do NIC.br, o Brasil está bem atrasado, é bom começar a se mexer, veja os motivos:

Brasil está seriamente atrasado no uso do IPv6?

Muitos outros países também estão atrasados, mas a adoção do IPv6 pelos brasileiros (1,07%) fica bem aquém do que vemos nos Estados Unidos (17,21%), Japão (10,02%) e Alemanha (19,24%), Portugal (8,68%). Na América Latina, quem cresceu mais foi o Peru, com 15,43%, seguido do Equador (4,38%). Quem lidera o ranking mundial são os belgas: 38,32% deles já acessam os serviços do Google por meio de IPv6. (Fonte APNIC, 2015, mar).

Liderando as atividades de coordenação de esforços para adoção do IPv6 no Brasil, O NIC.br, sentou e discutiu com provedores Internet, operadoras de telecom e provedores de conteúdo e desenvolveu documentação dinâmica e com recomendações técnicas que culminou num cronograma de implantação. A lógica de implantação é muito simples, contemplando inicialmente as operadoras de telecom seguido pelos demais agentes.

Empenhada na busca desses objetivos a ANATEL, por outro lado, vem pressionando as operadoras a prepararem suas redes para a versão 6 do protocolo IP. O desejo da agência reguladora é que em no máximo dois anos, isto é final de 2017, o novo sistema de endereçamento da Internet esteja em utilização para praticamente todos os usuários do país.

Como você e sua empresa poderão ser afetados

A situação preocupa, porque se a previsão do fim dos blocos IPv4 se concretizou, temos um grande grupo de usuários IPv6 correndo o risco de não conseguir acessar boa parte dos sites brasileiros e segundo antevisão do CGI.br, diversos entraves surgirão para:

Usuários, uma experiência de navegação pior, eventual falha no funcionamento de serviços específicos como VoIP, jogos online, compartilhamento de arquivos peer to peer, streamings de vídeo etc.;

Provedores de acesso Internet, uma complexidade maior em suas estruturas, com custos crescentes;

Provedores de conteúdo e serviços, necessidade de adaptação nos sistemas de autenticação baseados no endereço IP, em sistemas de geolocalização e medições de seus usuários e serviços;

Segurança e estabilidade da Internet, dificuldade adicional na utilização de sistemas de segurança baseados em reputação dos IPs, como blacklists, e no uso do IPSec;

 Desenvolvedores, eventual quebra da conectividade fim-a-fim, dificultando a inovação.

Para tentar acelerar o processo, o CGI.br conclamou vários setores da sociedade a auxiliar na busca da adoção do IPV6, dentre elas a Rede Nacional de Pesquisa (RNP), SBC e sua Comissão Especial em Redes de Computadores e Sistemas Distribuídos (CE-ReSD), o LARC, a ANDIFES, a ABRUEM, a FEBRABAN, a Câmara-e.net, as principais operadoras de telecomunicações, as principais empresas e entidades representativas em diferentes segmentos.

O que a CloudCampus está fazendo para auxiliá-lo

Desde 2009, a CloudCampus promove treinamentos sobre IPv6. Já capacitamos dezenas de profissionais do segmento de Redes e Telecom, assim como estudantes.

No momento, reestruturamos nosso curso de IPV6 e o ofertaremos, na modalidade Tempo Real, em 26, 27 e 28/10/2015 as 20:00 horas.

Recicle-se, aprimore-se se prepare para atuar na implementação do IPV6 em sua empresa ou em consultorias futuras.



Comente usando o Facebook!
0
0

Deixe uma resposta