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Pessoal,

Partindo de uma questão que postei semana passada e fiquei devendo a resposta, resolvi escrever este pequeno artigo sobre os componentes do MPLS. O Marco já fez dois belos posts sobre MPLS: Multi Protocol Label Switching - Parte I e Multi Protocol Label Switching - Parte II. Vale a pena ler antes para se familiarizar com o que você vai ler abaixo. ;-)

Uma observação importante sobre o que está escrito a seguir: tudo está baseado em tecnologias Cisco. Mas não muda muito para outros fabricantes, ok? ;-)

Como vocês já leram no post do Marco, labels são adicionados ou removidos pelos Edge LSRs (Label Switching Routers), também conhecidos como LERs (Label Edge Routers) e, em alguns casos, como PEs (Provider Edges). Estes são os roteadores que estão realmente na boda da rede MPLS, fazendo a a conexão entre uma rede não-MPLS (pode ser ATM, Frame-Relay, Ethernet, etc.) e uma rede MPLS. Os roteadores puramente MPLS, conhecidos como LSRs, encaminham tráfego baseados somente em labels. Quando o pacote chega ao destino ou próximo dele, na saída da rede MPLS há outro Edge LSR, que agora remove o label e faz o roteamento do pacote para fora da rede MPLS.
MPLS 1

Para que tudo isso funcione, em termos de “arquitetura”, o MPLS possui dois mecanismos separados:

  • Control Plane: Matém a troca de informações sobre roteamento e labels entre dispositivos adjacentes. Para o roteamento, ele lida com todas as complexidades dos protocolos de roteamento como OSPF, EIGRP, IS-IS e BGP por exemplo, que, como vocês sabem, roteiam pacotes com base no IP de destino. Por outro lado, por também cuidar dos labels, ele trabalha com protocolos de “roteamento“ baseados em labels, Como o TDP(Tag Distribution Protocol) e o LDP (Label Distribution Protocol), sendo o último o mais utilizado.
  • Data Plane: Responsável por encaminhar o tráfego baseado somente em labels, utilizando para isso informações geradas e coletadas pelo Control Plane. O Data Plane também é conhecido como Fowarding Plane.

O que qualquer router habilitado para MPLS faz, ou seja, o que qualquer LSR faz é, basicamente, utilizar o Control Plane para, através dos Protocolos de Roteamento, descobrir e escolher os melhores caminhos, que no MPLS são conhecidos como LSPs ( Label Switching Paths) e enviar este mapeamento para que o Data Plane execute. Simples não?! ;-)

Como analogia, imagine um rally. Vão sempre dois caras no carro. Um é o Navegador, que mapeia o caminho todo, faz todo planejamento e, durante a execução, fica monitorando o percurso afim de garantir que o caminho escolhido é o melhor ou ao menos é o pré-determinado. Este Navegador é o Control Plane. Já o Motorista executa o plano da melhor maneira possível , o mais rápido possível, sem se preocupar em ficar olhando o mapa ou o GPS. Simplesmente segue as instruções, na maior velocidade possível! Esse motorista é o Data Plane! ;-)
MPLS 2
Se vocês gostaram do post e têm interesse em saber mais sobre MPLS, dependendo da participação e dos comentários, continuarei a série, falando no próximo post das essenciais tabelas que operam no Control Plane e no Data Plane: FIB, LIB e LFIB.

Abraços,

Fábio A. de Amorim

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Olá Pessoal,

Segue questão sobre MPLS, afim de incentivar os estudos sobre esta tecnologia tão presente nas redes hoje e também de aproveitar o embalo dos posts do Marco sobre o assunto ( veja aqui ) .

Comentem! ;-)

Abraços,

Fábio A. de Amorim

- De acordo com a topologia abaixo, qual tabela será usada pelo roteador R1 se ele receber um pacote originado de 172.20.0.200 e destinado à 172.30.0.100?

a, Label Forwarding Information Base (LFIB)

b, Tabela de Adjacência

c, Forwarding Information Base (FIB)

d, Label Information Base (LIB)

e, Tabela de Roteamento

MPLS

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Pessoal,

Ainda não dá para saber exatamente o quanto de empregos, benefícios ou “holofotes” isso pode gerar.

Só sei que após o “Cisco Gate” (Veja coleção de posts e matérias aqui), isto não deixa de ser uma notícia importante de estratégia da Cisco. Por isso, a replico aqui. Comentem.

Abraços!

Fábio A. de Amorim

Fonte

Cisco estuda trazer centro de globalização para o País

por Gustavo Brigatto
20/08/2008

Empresa também avalia a possibilidade de instalar um fundo de capital de risco no Brasil

Com um crescimento de 48,4% no último ano fiscal e com a perspectiva de continuar em um ritmo forte nos próximos dois ou três anos, a Cisco do Brasil ganhou destaque dentro da corporação e negocia trazer para cá um centro de globalização, segundo seu presidente, Pedro Ripper. “Estamos em estágio avançado de planejamento”, afirmou ele. A idéia é que o Brasil passe a ser prestador de serviços em pesquisa e desenvolvimento, ou outras atividades solicitadas por escritórios da Cisco em todo o mundo.

Além disso, o País deve receber um fundo de capital de risco para investir em empresas das áreas de tecnologia e conteúdo, “inovadores o suficiente para se globalizar”. Segundo Ripper, o fundo deve ser criado ainda no ano fiscal 2009 da Cisco, que se encerra em junho do ano que vem. No início de julho, a empresa anunciou uma iniciativa semelhante na Rússia.

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Pessoal,

Segue questão sobre PPP. Tentem responder sem consultar. ;-)

Abraços!

Fábio A. de Amorim

PPP

Um administrador de sistemas está solucionando problemas de conectividade entre dois roteadores em uma nova instalação. O administrador aplica o comando debug ppp authentication ao roteador WHSE. A figura mostra parte do resultado. Com base nesse resultado, qual a provável causa desse problema de conectividade?

a) Não há uma rota para o roteador remoto.
b) O circuito ISDN no roteador remoto falhou.
c) Os dados de nome de usuário e senha não foram configurados corretamente no roteador WHSE.
d) O roteador remoto tem um protocolo de autenticação diferente configurado.
e) Não é possível utilizar qualquer autenticação PPP em uma conexão ISDN.

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TestKinger: sua casa pode estar começando a cair! ;-)

É pessoal… conforme eu já imaginava, fosse por iniciativa da Cisco e/ou de outras empresas que oferecem certificações como a Microsoft e a Oracle, fosse por iniciativa das empresas de testes (VUE e Prometric), ou por um terceiro, alguém iria começar a tentar a sufocar os “espertinhos” que passam em exames decorando Testkings ou P4Sures.

Recentemente, a Cisco e a VUE anunciaram e o Marco replicou aqui no blog (Cisco and Pearson VUE Launch Global Test Delivery Exam Security Enhancements) medidas que visam ao menos inibir fraudes na realização dos exames de certificação.

A novidade neste sentido é um simulador que pode ser usado por empresas no processo de seleção para garantir que o profissional que ela está contratando realmente tem os conhecimentos que suas certificações dizem que ele tem ;-)

Que é possível é. Que é interessante, é também. Mas fica a pergunta: isso “pega”? Se o software for confiável e de bom custo-benefício, as empresas realmente o adotarão? Alguém discorda dessa idéia?

Segue matéria e link abaixo. Destaque para a última frase.

Abraços,

Fábio A. de Amorim

Link da matéria

Cisco simulator can help thwart exam cheating

Gambit Communications says its MIMIC Virtual Lab software can help resolve the cheating on Cisco certification tests

By Jim Duffy , Network World , 07/30/2008

A Nashua, N.H., maker of Cisco network simulators says its software can help enterprises make sure they are hiring legitimate Cisco-certified engineers to run their networks.

Gambit Communications says its MIMIC Virtual Lab software, which has been on the market for about four years, can help resolve the recent spate of cheating on Cisco certification tests by enabling enterprises to run network operations candidates through sample scenarios before hiring them. This allows enterprises to screen candidates to ensure they are not hiring fraudulent network operators at handsome salaries.

Cisco recently moved to thwart cheating on certification tests by employing photo identification requirements and a data forensics program. According to Cisco, pilot programs using the new detection methods have already uncovered 1,400 suspected cheaters who hired proxies to take the exams for them.

But Gambit claims the photo and forensics programs only go so far: what about the many unqualified candidates already hired by enterprises prior to the new Cisco enforcement programs?

Sit ‘em down and run them through a simulated lab environment, Gambit says.

Gambit’s CCNA Virtual LAB software starts at $99 and can be downloaded to a laptop or PC. It creates a simulated environment with seven Cisco devices – Catalyst 2950, 3550 and 6500 switches and 2620, 3640 and 7206 series routers — and users can type in IOS and SNMP commands to configure devices and protocols.

Test conductors and “students” can replace and establish LAN, WAN, ISDN and serial links, change IP addresses and create virtual LANs with the program, but cannot change the devices themselves. Also, the program is not certified by Cisco but is resold by a Cisco – certified training partner, Tech 2000. Cisco also uses the CCNA Virtual Lab’s predecessor, the MIMIC Simulator Suite for IOS, Gambit says.

Gambit says it has 1,000 customers for CCNA Virtual Lab since it was introduced in 2002, including AT&T, IBM, the U.S. Army and several financial firms.

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Olá Pessoal,

Notícia que acabou de sair!

Abraços,

Fábio A. de Amorim

Now Available: CCNA Wireless Certification Exam and Recommended Training

The Cisco® CCNA® Wireless certification recognizes the critical importance of the professionals who support wireless LANs, including networking administrators, wireless support specialists, and WLAN project managers.

  • CCNA Wireless exam #640-721 IUWNE, the required exam for CCNA Wireless certification is now available through authorized VUE testing centers. To find a VUE testing center in your region, go to http://www.vue.com/cisco.
  • Implementing Unified Wireless Networking Essentials (IUWNE) v1.0, the recommended training course for CCNA Wireless, is now available in an instructor-led format through authorized Cisco Learning Solution Partners, Cisco Learning Partners, and their Sponsored Organizations. To find an authorized Cisco Learning Partner in your region, access the Cisco Global Learning Partner Locator at http://www.cisco.com/go/clplocator.

CCNA Wireless Benefits

  • Takes full advantage of the CCNA certification as the foundation for a career in Cisco networking technologies.
  • Provides training on the latest Cisco wireless technologies.
  • Prepares you for new career opportunities in wireless networking

The Cisco CCNA Wireless certification validates your ability to configure, implement, and support wireless LANs, specifically those networks using Cisco equipment. Students completing the recommended Cisco authorized training courses are prepared for basic configuring, monitoring, and troubleshooting tasks for a Cisco WLAN in small and medium-sized business (SMB) and enterprise installations. In addition, students completing their CCNA Wireless concentration meet the prerequisite for Cisco professional level wireless specializations.

Implementing Cisco Unified Wireless Networking Essentials (IUWNE) is the recommended training for CCNA Wireless certification. You must pass the required IUWNE v1.0 (640-721) exam and hold an active CCNA certification in order to achieve your CCNA Wireless certification.

CCNA Wireless Exam and Recommended Training
Prerequisite: CCNA
Required Exams: 640-721 IUWNE
Recommended Courses: Implementing Unified Wireless Networking Essentials (IUWNE) v1.0
Notes: 5-day instructor-led training (ILT) course

Value of CCNA Concentrations
CCNA concentrations enable individuals to distinguish themselves in the highly competitive world of IT networking. These better-prepared employees can help employers reduce business risk, improve productivity, and maximize technology investments. Find out more today at http://www.cisco.com/go/learnnetspace.

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