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comu.jpgPara quem se lembra, este era o “moto” da minha empresa, a Netceptions, quando ainda na ativa. Fazendo uma re-análise hoje, acho engraçado que, na época, a frase tinha o sentido voltado às redes - de computadores - mesmo. Hoje, “Networking that Works” poderia ser melhor usado para definir a importância de uma rede de relacionamentos em nossas vidas. Já falei um pouco deste tipo de networking em posts passados, mas resolvi dedicar um para falar apenas disso, pois considero de extrema importância.

Existe uma série de fatores que devemos considerar quando procuramos uma colocação no mercado, por exemplo:

- Formação acadêmica
- Conhecimento e habilidade no assunto
- Experiência profissional
- Idiomas
- Certificações
- Qualidades e qualificações adicionais

Muitos parecem se esquecer, no entanto, que temos ainda o fator “Q.I.” - ou: “Quem Indica”. Não subestimem o peso deste fator! Algumas vezes, acontece de um profissional possuir todas as qualificações, e mesmo assim, não conseguir a sonhada vaga. Qual o motivo? Bom, existem 2 possíveis, na minha opinião: O entrevistador escolheu uma pessoa ainda mais qualificada OU uma pessoa com as mesmas qualificações foi escolhida e o “desempate” foi dado pela indicação. Ou seja, indicação CONTA!

E como criar e manter uma rede de relacionamentos viva? Bom, fazemos um pouco disso aqui mesmo… o blog, em si, tornou-se uma comunidade. Aqui, quem pode, ajuda o próximo - seja respondendo às perguntas, seja indicando o CV de um colega para uma vaga em aberto. E isso parece estar funcionando bem! Existem outras comunidades online, como vocês sabem. Algumas informais, como o famigerado Orkut. Outras profissionais, como o conhecido LinkedIn. Mas você não deve ficar só nisso. Participe de eventos (como os divulgados aqui no blog, por exemplo). Dê as caras. Apresente-se, converse com as pessoas, dê o seu cartão (se não tiver, FAÇA UM!), deixe que o maior número de pessoas saiba quem você é, quais suas especialidades, de onde você vem e para onde quer ir. Cultive estes relacionamentos. E quando precisar, certamente algumas destas pessoas estarão lá para você, e você terá o fator Q.I. à seu favor.

Mas não se enganem! Pessoas apenas são indicadas se realmente forem boas (bom, toda regra tem sua exceção rsrsrs). Portanto, convença sua rede de relacionamentos que você faz (ou pode fazer) a diferença! Estude, leia, dê sua opinião, faça-se presente. E você nunca estará sozinho :-D !

Resumindo, você é quem você conhece!

Um abraço pessoal!!

Marco Filippetti

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cadeadowpa.jpgO padrão de segurança WPA (Wi-Fi Protected Access), utilizado hoje na proteção de redes Wireless, teve parte de sua estrutura vulnerabilizada por 2 pesquisadores de segurança. O “ataque”, descrito como o primeiro ataque prático ao padrão WPA, explora a quebra da chave Key Integrity Protocol (TKIP), usada pelo WPA, em um intervalo de tempo relativamente curto (12 a 15 minutos).  Especialistas em segurança já imginavam que seria possível quebrar a chave TKIP utilizando-se um dicionário de dados e um grande poder computacional para realizar um ataque de força bruta. Os pesquisadores que conseguiram a façanha, entretanto, não utilizaram este método.

Um novo padrão, conhecido por WPA2, é tido como mais seguro. Entretanto, grande parcela dos roteadores Wireless que suportam o novo padrão também suportam o padrão “vulnerável” (WPA).

Fonte: PC World (http://www.pcworld.com/article/153396/.html?tk=rss_news)

Abs!

Marco.

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Segundo notícia publicada pela info, a NET começa a testar uma tecnologia desenvolvida em conjunto com a Cisco que permite aos usuários do serviço de banda larga do provedor atingirem “singelos” 60 Mbps em suas residências.

A tecnologia mistura fibra óptica com cabos coaxiais e precisa de um novo cable modem, desenvolvido em parceria com a Cisco. Até o momento, a velocidade mais alta oferecida pela NET era de 12 Mbps. No país, existem ofertas como de 20 Mbps, da GVT, e de 30 Mbps, da Telefônica em São Paulo (esta última disponível apenas via fibra ótica FTTH, e na região da Av. Paulista, em São Paulo).

A velocidade de 60 Mbps vai ser testada a partir desta quarta-feira somente para clientes da NET do bairro fluminense do Leblon. Os assinantes que tiverem o pacote NET Combo HD Max poderão solicitar a migração sem custo para a nova velocidade por seis meses. A única exigência é que eles agendem uma visita técnica para trocar seu atual cable modem pelo modelo desenvolvido com a Cisco.

Com essa velocidade, a NET pretende distribuir vídeos em alta definição entregues simultaneamente na tela da TV e do computador através de sua rede de cabos. Segundo a companhia, outros bairros do Rio de Janeiro estão sendo preparados para testar a novidade até o final deste ano, de acordo com o decorrer dos testes no Leblon. O lançamento comercial, entretanto, não deve ocorrer antes do final dos testes de seis meses, de acordo com informações da assessoria de imprensa.

Para quem não sabe, a Cisco e a NET já têm parcerias em outras áreas. A Scientific Atlanta, empresa comprada pela Cisco há não muito tempo, é a fornecedora oficial dos decoders e equipamentos de vídeo digital para os “head-ends” da NET. Esta parceria, ao que parece, está caminhando firme e forte, e avançando para a área de dados.

Re$ta $aber quanto vai cu$tar.

Abs!!

Marco.

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Depois de algum tempo sem postar tutoriais e labs para o Dynamips, bateu uma saudade :-) ! Procurei pela NET um lab que implementasse os principais recursos deste protocolo, de modo que vocês, que estão estudando para o CCIP (ou mesmo para o BSCI do CCNP) tenham, em um único PC, um laboratório completo para testar praticamente todas as nuances e recursos que este sofisticado e complexo protocolo pode oferecer.

O lab proposto abaixo é composto de 10 roteadores. Portando, para rodá-lo em apenas 1 PC, este deve ser um tanto quanto potente. Existe sempre a opção de criar um lab distribuído, iniciando 2 ou mais instâncias do Dynamips em PCs diferentes. Se você não sabe como proceder para criar um lab distribuído, cheque os tutoriais sobre Dynamips disponíveis no blog. Se ainda assim não estiver claro, poste no comment e eu vejo se consigo explicar. Pode acabar sendo um bom tema para uma “Vídeo Aula” ;-) !

Na essência, do modo como está estruturado, este lab permite a implementação dos seguintes elementos:

  • Multihoming para múltiplos ISP
  • Aplicação de filtros usando os atributos BGP (ex: Weight, Local Preference, AS-Path, e MED)
  • Multipath BGP
  • BGP dampening
  • ORF
  • BGP Confederation
  • BGP Route-Reflector
  • BGP Next-Hop
  • BGP route aggregation
  • BGP Cluster
  • e certamente… MUITO MAIS!!!

Para aqueles que buscam conhecer um pouco mais sobre o protocolo antes de sair tentando a sorte em um lab como este, recomendo o post sobre o BGP, aqui no blog, e também este link, da Rede Nacional de Pesquisas (RNP).

Bons estudos! Depois me contem se conseguiram implementá-lo!

Fonte: http://www.davidsudjiman.info/2008/03/06/bgp-lab-v01/

Marco.

bgp_lab.png

Configs dos routers:

bgp_configs.zip

Config “.net” do Dynagen:

autostart = false
model = 3640

[localhost]

[[3640]]
image = ./c3640-js-mz.124-18.bin.image
workingdir = /bgp/private
ram = 128
slot0 = NM-1FE-TX
slot1 = NM-4T
disk0 = 8

idlepc = 0×604f7b2c

# Router 1
[[Router as1r1]]
f0/0 = S1 11

# Router 2
[[Router as1r2]]
f0/0 = S1 12
s1/0 = F1 2

# Router 3
[[Router as1r3]]
f0/0 = S1 13
s1/0 = F1 3

# Router 4
[[Router as5r1]]
s1/0 = F1 4

# Router 5
[[Router as2r2]]
f0/0 = S1 22
s1/0 = F1 5

# Router 6
[[Router as2r3]]
f0/0 = S1 23
s1/0 = F1 6

# Router 7
[[Router as3r1]]
s1/0 = F1 7

# Router 8
[[Router as2r4]]
f0/0 = S1 24
s1/0 = F1 8

# Router 9
[[Router as2r1]]
f0/0 = S1 21
s1/0 = F1 9

# Router 10
[[Router as4r1]]
s1/0 = F1 10

[[ETHSW S1]]
11 = access 111
12 = access 111
13 = access 111

21 = access 222
22 = access 222
23 = access 222
24 = access 222

[[FRSW F1]]
2:205 = 5:502
2:215 = 5:512
2:206 = 6:602

3:306 = 6:603
3:307 = 7:703

4:407 = 7:704

7:710 = 10:107

8:810 = 10:108

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prosti.jpgBoa noite pessoal,

Como a nossa “mesa redonda” acabou não saindo nos vídeos feitos durante o evento “I NetworKaridade”, que ocorreu mês passado, pensei em montar este post para passar, aos que não foram, alguns pontos que foram debatidos e que eu julgo serem de extrema importância. Como eu já havia mencionado em posts anteriores, a mesa redonda que tivemos no evento foi muito interessante, com muitos participando e com temas de grande valia e interesse geral.

Uma das questões que foram abordadas diz respeito à chamada “prostituição do mercado”, termo usado para definir situações onde o mercado busca profissionais com perfis “mirabolantes” em troca de salários, muitas vezes, considerados ofensivos.  Um exemplo, abaixo:

Empresa de Tecnologia estabelecida há mais de 10 anos no mercado busca profissional para atuar como Analista de Redes Sênior, em São Paulo. Regime PJ, contrato por tempo indeterminado. Exige-se Inglês fluente, certificação Cisco CCNA e Microsoft MCP, formação superior e experiência comprovada de mais de 5 anos na área. Pós em gestão e/ou CCNP será considerado um diferencial. Salário (negociável) : R$2000.

Vamos analisar esta vaga. Obviamente, para um profissional com as certificações, formação e habilidades extras solicitadas, para atuar como Pessoa Jurídica, e em São Paulo, o salário oferecido está muito aquém do praticado pelo mercado. Esta foi uma questão levantada no evento. Alguém alegou que ofertas como esta derrubam o valor dos profissionais “sérios”, já que, invariavelmente, alguém sempre acaba aceitando posições como a mencionada, pelo salário ofertado.

Meus argumentos, na ocasião,  foram os seguintes:

  1. Profissionais que - de fato - possuam as qualidades, habilidades e  formação solicitados na vaga dificilmente estarão desempregados e, mesmo se estiverem, a chance de se submeterem à uma vaga deste tipo é praticamente nula. “Então… quem aceita este tipo de vaga?” R: Quem está desesperadamente procurando um emprego e, certamente, não possui as qualificações pedidas. “Hmmm e a empresa que postou o anúncio, aceita mesmo assim?” R: SIM!!! Veja bem, NENHUMA EMPRESA SÉRIA posta vagas deste tipo. Desta forma, acaba-se aceitando quem se interessa. É como dar uma série de tiros esperando que apenas um acerte o alvo (ou que passe perto, pelo menos).
  2. Mas o povo que aceita este tipo de vaga acaba derrubando nossos salários!“. R: Não, pelo contrário. O que ocorre é que acaba havendo uma valorização do profissional - de fato - qualificado. Empresas sérias sabem quanto custa fazer o “hunting” de um bom profissional. E certamente irá pagar bem à este, quando encontrado.
  3. Vejo muitos profissionais MUITO NOVOS, com CCNA na mão e sem experiência alguma aceitando este tipo de vaga. Isso vai fazer a média salarial cair!“. R: Não é verdade. Uma vez mais, a vaga está sendo preenchida por um profissional que não atende ao perfil colocado.
  4. Se os profissionais de informática tivessem um órgão regulador, como um Conselho Regional, como existe para Engenharia, isso não aconteceria e os salários seriam mais nivelados“. R: Será mesmo? Será que isso não seria, de fato, um problema? Quem disse que os Engenheiros estão satisfeitos com seus salários? Eu conheço VÁRIOS que não estão… ;-)

Outro assunto que surgiu dizia respeito à banalização das certificações por pessoas que utilizam “braindumps” para serem aprovados nos exames, e que depois conquistam vagas que demandam certo conhecimento mas, na hora “H”, não conseguem entregar o serviço. A questão era se as empresas realmente valorizam as certificações em T.I. tendo-se em vista este fato.

R: SIM, as empresas SÉRIAS valorizam certas certificações em T.I., e as levam MUITO à sério. O que se faz, entretanto, é procurar testar o conhecimento REAL de um candidato por meio da aplicação de testes simples, que mostrem - rapidamente - se o candidato conhece, de fato, o assunto. Isso é feito na AT&T (por onde passei e, inclusive, desenvolvi o teste que - se não me engano - é aplicado até hoje), na BT (por meio de uma entrevista técnica pessoal - EM INGLÊS), e em muitas outras empresas. Portanto, certificar-se é - como eu disse no evento - ter a certeza que seu CV já estará em uma pilha de CVs diferenciada. ENTRETANTO, não vai lhe garantir vaga alguma (raras exceções, como o CCIE).

“Mas e aquelas vagas que pedem um ’super profissional’, e colocam no fim: ‘informar pretensão salarial‘?” R: Estas, na minha opinião, também não são vagas sérias, ou pelo menos, são anúncios mal-intencionados. O que se procura aqui é fazer um “benchmarking”, ou seja, ver quanto os profissionais quesupostamente se encaixam no perfil estariam cobrando para aceitar uma vaga destas. Muito comum, mas não caiam na besteira de informar a pretensão. Lembrem-se que salário não se mede apenas no $$$ depositado no fim do mês em sua conta corrente. Deve-se também considerar:

  1. Benefícios oferecidos (ex: plano de saúde, previdência privada, VR, VT, bônus, estacionamento, etc etc etc);
  2. Local de trabalho (ex: É de fácil acesso? Perto da sua casa? Local seguro? Agradável? etc etc etc);
  3. Porte da empresa (Multinacional? Empresa pequena?)
  4. Chances de crescimento profissional na empresa (Existem? São reais? Existe um plano de cargos e salários definido?)

Estas são apenas ALGUMAS variáveis à serem consideradas na hora de se negociar qual o salário que VOCÊ considera justo. Tenha isso em mente. Se a empresa insistir em pedir-lhe que coloque a pretensão salarial, diga que você está disposto a abrir isso após uma entrevista. Afinal, como pode uma pessoa (ou empresa) definir quanto você vale, se conhecer-lhe antes? Mais uma vez, MINHA OPINIÃO!!!

Para encerrar, minha honesta opinião é que a “prostituição no mercado de T.I.” simplesmente não existe para pessoas que estão bem preparadas, com estudo, com conhecimento de outros idiomas, com perseverança e com vontade de crescer. Para quem não é, resta o consolo que sempre haverá vagas! Não tão boas,mas elas estão lá.

Debates abertos :-D

Abs!

Marco Filippetti

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Este post trata, de forma breve, da feature DMVPN, que permite a implementação de redes virtuais privadas (VPNs) de pequeno, médio ou mesmo de grande porte, de forma simples e rápida, por meio da combinação de tunelamento GRE, IPSec e NHRP (Next Hop Resolution Protocol).

Sei que este tópico é um pouco avançado, mas com o advento do Dynamips, mesmo aqueles que não compreenderem plenamente a tecnologia será capaz de implementá-la em um ambiente de testes. Apesar de não ser algo novo, a primeira vez que tive contato com DMVPN foi na BT, ou seja, não faz muito tempo (pouco mais de 1 ano). Achei fantástica esta feature e, desde então, estou para escrever um post sobre ela.

Referências:

http://www.cisco.com/application/pdf/en/us/guest/netsol/ns171/c649/ccmigration_09186a008075ea98.pdf
http://www.cisco.com/en/US/docs/ios/12_2t/12_2t13/feature/guide/ftgreips.pdf

É importante ressaltar que nem todas as versões do IOS suportam DMVPN. As referências acima indicam quais as versões suportadas.

DMVPN é uma feature de IOS baseada em 2 tecnologias Cisco muito bem difundidas e aceitas:

  • Next Hop Resolution Protocol (NHRP) - O HUB da topologia mantém uma base de dados com os endereços válidos (públicos / roteáveis) de todos os SPOKES da rede.
  • Multipoint GRE Tunnel Interface - Permite que uma única interface GRE suporte múltiplos túneis IPsec.

A feature DMVPN não altera túneis VPN padrão IPsec, mas altera o modo como estes são configurados. Os spokes mantém um túnel IPsec permanente com o HUB, porém, não entre eles. Quando um spoke precisa enviar um pacote com destino a outro spoke, ele realiza uma busca na base de dados NHRP para identificar o endereço público (roteável) do spoke em questão. O túnel entre os spokes é então estabelecido via interface mGRE.

É necessário ativar roteamento dinâmico nos túneis entre o hub e o spoke, uma vez que o spoke aprende os endereços de rede configurados em outros spokes e no hub via atualizações de roteamento. Dentre os protocolos de roteamento possíveis, temos: RIP, BGP, EIGRP e OSPF.

Em termos de configuração, como já foi mencionado, ela é bastante simplificada. O melhor modo de compreender isso é comparando o modo tradicional (IPsec + GRE) e o modo DMVPN.

A figura abaixo apresenta o modo tradicional. Observe que, no HUB, temos tantas interfaces “tunnel” quantas se fizerem necessárias: Uma para cada conexão com um spoke.

Observemos então, as linhas de configuração necessárias para estabelecimento do cenário anteriormente apresentado:

Notem a necessidade de se configurar uma interface tunnel para cada spoke. Temos cerca de 13 linhas para cada spoke! Se tivermos uma rede com 300 spokes, mais de 3900 linhas de configuração seriam necessárias! Isso pode “matar” um roteador facilmente.

A alternativa: Dynamic Multipoint VPN (DMVPN). Observem a topologia da mesma rede anteriormente mencionada, porém, agora com DMVPN sendo utilizado.

Notem que temos apenas 1 interface tunnel no HUB, agora. Vamos dar uma olhada na configuração do HUB:

Não é mais necessário 13 linhas de configuração por spoke! Agora, uma rede com 300 spokes consomem as mesmas 13 linhas de uma rede com apenas 1. Ótimo, não??

Vamos dar uma olhada nas configs dos spokes. Comecemos pelo spoke A:

Passemos ao spoke B:

Notem como as configs seguem uma uniformidade. Pouco se altera na config de um spoke para outro. Fica muito mais simples gerenciar e realizar troubleshooting em uma rede configurada desta forma.

O melhor de tudo: Pode-se praticar o que está sendo mostrado aqui no Dynamips, sem problemas (apenas tenham certeza que estão usando um IOS que suporte DMVPN).

Uma breve comparação entre os 2 métodos (tradicional X DMVPN) :

Por hora, é só! Espero que tenham gostado!

um abraço para todos!

Marco Filippetti

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Olá,

Vamos ver agora conceitos básicos de ROTEAMENTO. Reafirmo: o objetivo desta série não é dissecar todas as definições. Não. Apenas reforçar aquilo que devemos saber, para que possamos assim compreender o que vem pela frente. ok?

Então, vamos lá !

O próximo artigo da série será ACCESS LIST.

Sds.
Márcia Guimarães

(você deve estar logado para ler este post)

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Vocês já pensaram quanto uma empresa pode perder de dinheiro nos dias atuais onde tudo gira em torno dos ambientes de Internet, Intranet e Extranets? Se já conseguiram mentalizar estes valores no seu dia-a-dia então, este será seu lugar. ;-)

Este artigo estará dividido em várias partes:

a) Introdução ao gerenciamento

b) Estudo do protocolo SNMP

c) Configurações dos roteadores, switches, demais ativos de redes

d) Configuração de Softwares  de Gerência de Redes

Portanto, boa aprendizagem…

O aumento do números de aplicações, o aumento do número de máquinas e equipamentos cada vez mais diversificados e, ainda mais sobre a pressão da “Disponibilidade Total”, que no fundo não existe, e que para se atingir cada 9 a mais na disponibilidade (99,99…%) mais dinheiro sua empresa terá que desembolsar.

Pare um pouco e responda rapidamente  a estas perguntas:

1- Sua empresa possui algum método de gerenciamento?

2 - Seus métodos de gerenciamento são realmente eficazes?

3 - A sua empresa pensa em investir em recursos de gerenciamento?

Responderam?

Pois bem, então se apareceu alguma resposta negativa a estas perguntas básicas este artigo poderá salvar madrugadas de trabalho…

Mas o que significa realmente a palavra “Gerenciamento”.

“É o ato de coordenar vários recursos de maneira  eficiente de forma a atingir um
determinado objetivo”

Na área de redes podemos traduzir em dois textos básicos:

“Consiste no controle e administração de forma racional dos recursos de hardware e software em um ambiente distribuído buscando melhor performance e eficiência do sistema.”

“A gerência de redes tem por objetivo maximizar o controle organizacional das redes de computadores de maneira mais eficiente e confiável, ou seja, planejar, supervisionar, monitorar e controlar qualquer atividade da rede.”

Ainda posso ir mais além no que tange ao bom gerenciamento de uma rede:

  • Controlar os recursos da organização
  • Acompanhar a evolução da rede
  • Aprimorar o serviço
  • Balancear necessidades
  • Reduzir tempo de indisponibilidade
  • Controlar custos

Poxa Pitanga não é bem assim, temos alguns empecilhos nesta história…

Vários níveis de pessoal envolvidos. Isso é um problema muito sério, gerenciar equipes é a pior parte. Como vejo aquelas famosas “brigas” internas entre TI x TCOM x Segurança. Isso quando não pegamos aquele chefe que não sabe nada sobre o assunto e palpita como se soubesse realmente dos problemas enfrentados.

Um outro problema são as diversas abordagens do controle e monitoramento relacionados a software e hardware. Além disso cada fornecedor oferece ferramentas próprias de gerenciamento o que acaba dificultando a adoção de um sistema de gerenciamento unificado e a dificuldade ou impossibilidade de se ter acesso a todas as informações em curto espaço de tempo. E ai já viu né… dá-lhe  madrugadas acordado…

Alguns “frameworks” foram desenvolvidos para ajudar-nos nesta tarefa árdua:

  • OSI Management Framework (ISO/IEC 7498/4)
  • OSI Systems
  • Management Overview (ISO/IEC 10040)
  • ITU-T (ex-CCITT)
  • TMN - Telecommunication Management Network (M.3010)
  • IETF
  • SNMP Framework (v1, v2, v3)
  • Remote Monitoring (RMON)
  • Distributed Management

Como o objetivo aqui é gerencia de redes TCP/IP irei focar na continuação deste artigo sobre o ambiente IETF.

Até mais…

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aaa.jpgOlá pessoal, como prometido, segue um post sobre algumas profissões existentes (e demandadas) hoje, pelo mercado de T.I. Tentei focar na parte de redes, por isso, não considerei profissões relacionadas à Engenharia de Software, como Analista Desenvolvedor, Programador, Program Designer, etc.

Das que estão “na moda”, uma que se destaca é a função de Arquiteto de Soluções (outros nomes possíveis: Solutions Designer, Consultor / Engenheiro de Soluções). Afinal, o que este profissional faz? Vou tentar resumir em alguns “bullet points”, abaixo:

O Arquiteto de Soluções (ou Solutions Architect, em Inglês), na essência, é o profissional responsável por traduzir as necessidades do cliente em soluções. Ele deve entender exatamente o problema do cliente, identificar as tecnologias que podem atendê-lo e desenhar uma ou mais soluções que resolva o problema exposto.

Conhecimentos úteis: Como entendimento do negócio do cliente é uma parte importante na fase de análise, não basta, à este profissional, conhecer apenas a parte técnica. Uma formação mais generalista, normalmente, é bem-vinda. Experiência profissional em outros setores também pode ajudar.

Formação recomendada: Não há.

Notas adicionais: Este tipo de profissional raramente envolve-se nos detalhes técnicos da solução (como configuração de elementos, por exemplo). Ele define o desenho “high level”, apenas.

Certificações que podem ajudar: CCNA, CCDA, CCNP e CCDP, ITIL.

Passemos para o segundo na lista: O Especialista em Vendas Consultivas, também conhecido por Engenheiro de (Pré)Vendas (Sales Engineer). Este profissional deve conhecer muito do mercado em que a empresa atua, pois será responsável pela venda de soluções de negócio para os clientes. Deve possuir algumas habilidades comerciais (saber se comunicar, entreter e persuadir o cliente), mas também possuir conhecimento técnico de TI e dos produtos comercializados
pela empresa. A divisão de skills é, normalmente, 70% técnico e 30% comercial.

Conhecimentos úteis: Assim como um Arquiteto de Soluções, um Engenheiro de Vendas deve conhecer muito bem o mercado no qual atua. Assim sendo, algum conhecimento mercadológico, de Marketing e de Vendas é necessário. Conhecimento técnico também é importante.

Formação recomendada: Superior em TI com uma pós em Marketing, ou um MBA.

Certificações que podem ajudar: CCDA, CCDP, ITIL.

Outra profissão interessante, que está em alta: Engenheiro / Gerente de Produtos. O produto na área de TI, muitas vezes, deixa de ser um simples software ou hardware e passa a ser uma solução, que agrega valor ao negócio da empresa. Por isso é que desenhar / gerenciar um produto requer um profissional muito qualificado, que tenha visão de mercado. O engenheiro de produto também pode trabalhar com Telecomunicações, desenhando novas opções de aparelhos e tecnologias. Além disso, se o produto oferecido for um produto “de prateleira”, cabe ao Engenheiro de Produtos identificar qual o melhor produto que poderia atender às necessidades colocadas / identificadas pelo cliente.

Se você leu tudo até aqui, vai reparar que os descritivos destas 3 profissões parecem se cruzar, em algum ponto. Se você chegou à esta conclusão, está mais do que certo ;-) . As funções do Arquiteto de Soluções e de um Engenheiro de Vendas são MUITO semelhantes. A do Engenheiro de Produtos, dependendo da empresa, é exatamente o mesmo caso. A grande diferença que eu vejo é que um Engenheiro de Vendas reporta-se à diretoria de vendas e, por este motivo, assim como um vendedor, ele é comissionado (ou tem um bônus diferenciado).

Posso usar meu caso como exemplo. Na BT, a função que eu tinha (Arquiteto de Soluções) e a que assumi recentemente (Sales Engineer) são muito parecidas (para não dizer, idênticas). A diferença é que na nova área, recebo + $$$, uma vez que meu bônus passou a ser diferenciado se comparado ao que me era pago em minha posição anterior. Além disso, o bônus - que antes era pago anualmente - agora é pago mensalmente, e não tem mais teto (o céu é o limite). Se as vendas forem bem, ganho mais. O lado bom é que não tenho a pressão da venda, em si. Em contra-partida, não ganho comissão por venda fechada.

Passemos para a função de Gerente de Projetos. Este é o profissional responsável pela condução dos projetos. Entenda-se por projeto, por exemplo, a implementação de uma solução desenhada pelo Solutions Architect.

Formação recomendada: Curso superior na área de TI ou administração

Conhecimentos úteis: técnicas de fluxo de trabalho, programação para Internet e genérica, gerência de equipes, programação

Ferramentas mais usadas: software de colaboração, fluxo de trabalho e gerência de projetos (MS Project + Exchange, intranets desenvolvidas internamente e outras soluções)

Principais atividades: Coordenação dos profissionais envolvidos no projeto, controle de qualidade, elaboração de relatórios de desempenho e cumprimento de tarefas, previsão e cobrança de prazos, interação com webdesigners e programadores

Certificações: Project Management Professional (PMP), fornecida pelo Project Management Institute (PMI), ITIL, PRINCE.

Vamos passar agora para o Administrador de Redes. Este profissional é responsável pela instalação, configuração e manutenção dos sistemas operacionais e de todos os serviços implementados; pesquisa de soluções de tecnologia; apoio à área de desenvolvimento de aplicações; suporte de último nível para as equipes de apoio aos usuários; configuração e manutenção do nível de segurança da rede.

Conhecimentos úteis: Sistemas operacionais (Windows NT e UNIX), infra-estrutura e protocolos de rede, ambientes de programação (Visual Basic para NT, C ou Perl para UNIX etc) e ferramentas para facilitar o gerenciamento (preferencialmente com linguagens para plataforma Web).

Ferramentas: Programas baseados em SNMP, TNG Unicenter (CA), Tivoli (IBM), ferramentas de análise de desempenho e de auditoria, software de inventário de redes e analisadores de protocolos.

Certificações-Chave: MCP+I e MCSE+I (Microsoft); Solaris (Sun); CCNA / CCNP e, como diferencial, CCIE.

Mais uma figurinha carimbada: O Analista / Engenheiro de Segurança. Este é o profissional responsável pela segurança da rede (equipamento, sistemas operacionais de servidores e clientes e programas utilizados). Também monitora tentativas de invasão e uso indevido dos recursos da rede, além de definir e manter as regras de uso dos recursos computacionais da empresa.

Formação recomendada: Curso Superior em Ciência da Computação, Informática ou Engenharia da Computação ou qualquer outra área de base matemática.

Conhecimentos úteis: Sistemas operacionais em geral, funcionamento de programas, sistemas de firewall, protocolos de rede (principalmente TCP/IP), linguagens de programação (C, Perl, VB), hardware e software de redes.

Ferramentas mais usadas: Analisadores de protocolos de rede e de falhas de sistemas operacionais e programas, desenvolvidos por terceiros ou internamente.

Principais atividades: Análise de brechas de segurança e tentativas de invasão a sistemas operacionais e equipamento de interconectividade.

Certificações-chave: Títulos de segurança em sistemas operacionais da Cisco (ex. CCNA Security, CCSP), CISSP, Sun, CheckPoint e Microsoft.

E eis que aparece ele, o Analista de Suporte. Este é o profissional responsável pela instalação e configuração de software e hardware. Também resposável pelo suporte à rede, dependendo do conetxto. A Análise de Suporte é uma atividade muito abrangente, que inclui desde as tarefas mais simples, como suporte ao usuário de Windows e Office, por exemplo, até as mais especializadas, como suporte a servidores e redes.

Formação recomendada: Curso Superior em Ciência da Computação, Engenharia da Computação, Informática ou Tecnólogo em Processamento de Dados.

Conhecimentos úteis: Windows 2000, UNIX, Redes, hardware.

Ferramentas necessárias: As ferramentas vão se adaptar à área da Análise de Suporte que o profissional escolher para trabalhar. Pode-se citar as Knowledge Bases dos fabricantes e ferramentas para consultas a arquivos.

Principais atividades: Instalação e configuração de ambiente para o usuário (incluindo sistemas operacionais e principais aplicativos); instalação e configuração de servidores; desenho e suporte da rede interna da empresa.

Certificações-chave: MCSE + I, CCNA / CCNP.

E o Auditor de Sistemas? Boa pergunta! Este seria o profissional encarregado de auditar sistemas e redes corporativas, identificando fraudes e outros tipos de irregularidade, além de analisar políticas e investimentos necessários para a estrutura de informática do cliente.

Formação recomendada: Curso superior de Ciência da computação, Engenharia da computação ou Administração com ênfase em informática.

Conhecimentos úteis: Conceitos de administração, novas tecnologias (principalmente de segurança, desenvolvimento de sistemas e teleprocessamento), técnicas de análise de investimentos/riscos, elaboração de planos diretores de informática, modalidades de fraudes e outras irregularidades envolvendo dados, domínio de pacotes populares de software (família Office, sistema operacional Windows), redes de computadores.

Ferramentas mais usadas: Metodologias de auditoria de sistemas, software para extração e análise de dados (como o ACL - Audit Command Language), além de metodologias e programas próprios de cada empresa.

Principais atividades: Definir estruturas de controles internos, identificar e quantificar fraudes, analisar investimentos e riscos, manter contato com os departamentos técnico e de negócios da empresa.

Certificações-chave:
A mais relevante é a CISA (Certified Information System Auditors), seguida da CFE (Certified Fraud Examiner). Temos também o COBIT e o ITIL complementando o perfil.

Finalmente… o Engenheiro de Redes!! Ele é o profissional responsável pela área de hardware e de arquitetura de redes locais (LAN, Local Area Network), externas (WAN, Wide Area Network) e eventualmente municipais (MAN, Municipality Area Network). Ele diagnostica problemas e faz projetos de rede, adequando as soluções às necessidades de cada cliente. Participa também da apresentação desses projetos e de soluções de rede fora da empresa.

Formação recomendada: Nível Superior em Engenharia Eletrônica ou da Computação.

Conhecimentos úteis: Protocolos TCP/IP (para redes WAN e LAN), tecnologia Ethernet (para redes LAN), frame relay, ADSL, BGP, cable modem (todas para redes WAN). Recomendável também conhecimento em gerenciamento de rede e em técnicas de diagnóstico de problemas.

Ferramentas mais usadas: Software Visio, relacionado ao layout da rede. SMS, da Microsoft, que serve para projetar e também monitorar a rede. Network Monitor, também da Microsoft, para monitoramento. Sniffer, que serve para acompanhar o tráfego da rede e diagnosticar problemas.

Principais atividades: Análise e diagnóstico de problemas em redes LAN, WAN e MAN. Planejamento e projeto de redes desses três tipos, adequando-as às características de cada cliente. Acompanhamento da criação desses projetos. Atuação em pré-venda: visita a eventuais clientes e apresentação de soluções e novas tecnologias, caso em que o profissional deve fomentar novos projetos e, eventualmente, trabalhar com a equipe comercial da empresa. Atuação em
pós-venda: acompanhamento da implementação do projeto, isto é, montagem e configuração da rede desenhada.

Certificações-chave:
Certificações Cisco (e de outros vendos como 3Com, Juniper, Enterasys, etc), Microsoft e ITIL.

Mas e o… Engenheiro de Telecomunicações? Ah, sim! Este seria o profissional que monta, opera e faz manutenção de redes. Na área comercial, cria e adapta serviços de telecom para clientes corporativos. Em planejamento, o profissional cria as redes que poderão dar suporte aos serviços obtidos pela área comercial.

Formação recomendada: Engenharia Elétrica com ênfase em Telecomunicações.

Conhecimentos úteis: Cálculo e matemática. Especificamente da área, conhecimentos de irradiação, princípios de comunicação, circuitos elétricos, sistemas de comunicação, transmissão via rádio, via fibra óptica e via satélite, redes digitais e de telefonia.

Ferramentas mais usadas: Software de cálculo de tráfego, para planejamento e construção de rede. Software para construção de links de rádio. Software de administração de redes. Em geral, são programas proprietários, desenvolvidos pelas próprias empresas e que têm como base o Delphi, o Visual Basic, o SQL Server e outros.

Principais atividades: Manter em funcionamento o equipamento, impedindo interrupções no sistema. Especificar o hardware que vai construir a rede. Fazer contato com fornecedores para adquirir novas tecnologias. Relacionar as necessidades dos clientes com as tecnologias existentes, propondo novos serviços e novas composições de rede.

Certificações-chave: Na área de transmissão de dados, programas de certificação da Cisco e da Novell. Na de telefonia, certificação de fornecedores como Ericsson, NEC, Siemens e Lucent. Na área de transmissão por rádio, certificações da Alcatel, da Marconi, da Nortel e da NEC.

Qual a função do Engenheiro de Sistemas (Systems Engineer)? Esta é uma nomenclatura amplamente utilizada. Antigamente, era usada apenas para difinir engenheiros de software, que trabalhavam no desenvolvimento / suporte de sistemas, por assim dizer. De uns tempos para cá, a moda pegou e esta nomenclatura vem sendo usada para definir profissionais que fazem exatamente o que foi descrito até o momento. Ou seja, podemos ter um profissional registrado como Engenheiro de Sistemas que faz o que um Engenheiro de Vendas faz.

Temos também as funções mais comerciais (mas nem por isso, menos interessantes). Por exemplo: O Executivo de Vendas (também pode constar como Account Manager, Account Executive, dentre outros)

Este seria o profissional responsável por analisar as condições do mercado para a aceitação de produtos. Também é responsável por identificar clientes em potencial e torná-los clientes efetivos. Em alguns casos, este profissional pode fazer uma análise financeira geral do mercado. São profissionais que costumam ser contratados por compreender bem a área de atuação, ou por já possuírem uma boa carteira de clientes. Sào remunerados com uma grande parcela do salário em forma variável (comissionados).

Formação recomendada: Ciências da Computação, Engenharia de Telecomunicações, ou outra na área de TI. É importante também ter MBA na área de gestão empresarial e conhecimentos avançados de inglês e espanhol.

Conhecimentos úteis: Matemática financeira, contabilidade e marketing.

Ferramentas mais usadas: Há várias ferramentas úteis, mas conhecer bem microinformática é fundamental. Também é importante conhecer ferramentas de CRM.

Principais atividades: Bom… VENDER! rsrsrsrs.

Certificações-chave: Não há.

Como vocês podem observar, existem muitas funções, e cada uma tem vantagens e desvantagens. Normalmente, os profissionais mais bem pagos são encontrados na área comercial (ao menos em multinacionais). A área comercial é o topo da pirâmide, se pensarmos com cuidado. Sem os vendedores, as empresas “morrem”, e nenhum outro cargo teria valor. Por este motivo, são profissionais muito bem preparados (na maior parte das vezes , ao menos rsrsrsrsrs), experientes e, por isso, muito valorizados.

Existem ainda outras novas nomenclaturas, que nada mais são do que outros nomes para as que mencionei antes. Por exemplo: Engenheiro de Convergência (variação de Engenheiro de Redes, ou de Arquiteto de Soluções), dentre muitas outras.

Espero que tenham gostado! Postem suas dúvidas por aqui!

Um abraço e boa semana! Lembrando que Sábado que vem, temos o evento NetworKaridade :-D !

Um abraço,

Marco Filippetti

Fontes de consulta:

http://carreiradeti.com.br/16-carreiras-ti-maior-demanda-tecnologia/

http://www.timaster.com.br/revista/revista.asp

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Recentemente o Gartner Group divulgou o resultado de uma pesquisa que formatou o “quadrante mágico” para o mercado de Unified Communications. Para quem não sabe, o gráfico conhecido por “quadrante mágico” visa consolidar uma pesquisa de mercado em um único gráfico, mostrando quem são os visionários, os líderes, os que atuam em nichos específicos e, dentre eles, quem tem habilidade de executar ou quem tem um roadmap mais sólido.

O resultado é o gráfico abaixo.

gartner.JPG

Reparem no detalhe: Microsoft já aparece na frente da Cisco no quadrante mais importante: O de liderança de mercado. Ou seja, segundo a pesquisa, a MS teria maior poder para executar e uma visão mais completa do mercado e das necessidades deste. A Cisco, por sua vez, parece estar muito próxima da linha que separa o quadrante de líderes do quadrante de “challengers” (onde se encontram empresas como Avaya e NEC).

A interpretação deste gráfico é clara: A MS está liderando mesmo a corrida para abocanhar mais este mercado. Ou a Cisco se mexe, e rápido, ou ficará para trás (mais para trás). É interessante notar que, segundo o Gartner, mesmo a Nortel possui um melhor entendimento deste mercado. Lembrando que  Nortel e MS são parceiras neste mercado.

Achei que se interessariam por este tipo de info!

Abs!

Marco Filippetti

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