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 Não sei se todos estão sabendo mas a Cisco anunciou a atualização da prova de labóratorio para certificação Cisco CCIE Voice. Julho de 2009 será o ultimo mês para aqueles que queiram fazer a versão antiga da prova. Pelo que andei lendo muitas modificações estão previstas para a nova versão, entre elas as versões de software que no caso do CallManager e IPCC Express será a 7.0. O Unity também foi substituído pelo Unity Connection e uma nova aplicação foi incluída, no caso o Cisco Unified Presence 7.0.
Enfim para aqueles que estão na reta final a hora é de acelerar o passo e tentar uma última vez, já aqueles que como eu estão apenas no início da preparação o jeito e começar a estudar as novidades porque o bicho vai pegar rsrsrs.
Abraços e Boa Sorte!!!
Luís Gabriel.
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 Ao que parece, o exame escrito do novo - e aguardado - CCIE Wireless estará disponível em Fevereiro de 2009, enquanto o lab estará disponível em Março do mesmo ano. Segundo estudo encomendado pela Cisco, 36% das empresas entrevistadas possuem uma especialista dedicado em Wireless, e espera-se que este número dobre nos próximos 5 anos. Por isso, a motivação de se criar o novo exame CCIE.
Outro dado interessante que a pesquisa traz: 69% das empresas que participaram da pesquisa esperam ter um especialista em voz dedicado nos próximos 5 anos. Por este motivo, a Cisco decidiu realizar algumas aterações no exame prático (lab) do CCIE Voice.
Leia na íntegra o texto da Cisco, abaixo.
Abs!
Marco.
Cisco Introduces New CCIE Wireless Certification, CCIE Voice Lab Exam Enhancements
The demand for expert-level professionals proficient in the ability to design, install, deploy, and troubleshoot complex converged networks is growing exponentially. According to a commissioned study conducted by Forrester Consulting on behalf of Cisco.
- 36 percent of the global companies surveyed reported that they have dedicated wireless specialists in their IT organizations, a number that will almost double in the next five years.
- 69 percent of the companies surveyed expect to have a dedicated voice specialist in their organizations within five years up from 40 percent currently.
In an effort to meet this demand, Cisco has made two significant additions to its CCIE certification program:
Cisco CCIE Wireless Certification
The Cisco CCIE Wireless certification assesses and validates wireless expertise. Candidates who pass the CCIE Wireless certification exams demonstrate broad theoretical knowledge of wireless networking and a solid understanding of wireless local area networking (WLAN) technologies from Cisco, the market leader in WLAN technology.
Benefits of CCIE Certified Wireless Certification
- Greater opportunity for salary increase and job advancement in wireless networking industry
- Validates expertise in major aspects of WLAN technology
- Provides next step for individuals interested in a career in managing or working with Cisco wireless technologies
The written exam for CCIE Wireless will be made available through Pearson VUE on February 17th, 2009. The lab exam for CCIE Wireless will be made available in April 2009. To find out more about the CCIE Wireless Certification and access the latest blueprints and study materials, visit the Cisco Learning Network.
CCIE Voice Lab Exam Enhancements
In addition to the release of the new Cisco CCIE Wireless certification, Cisco has refreshed the lab exam for its popular CCIE Voice certification. The refreshed CCIE Voice Lab Exam v3.0 addresses critical skills that voice professionals must have, including the ability to define integrated network services and mitigate future performance problems. Successful candidates demonstrate the skills to help companies increase productivity, and speed innovation.
To find out more about the exam for CCIE Voice certification and access to the latest blueprints and study materials, visit the Cisco Learning Network.
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 Olá a todos,
Não sei se isto já havia sido comentado aqui no blog, mas parece ser que a Cisco esta sondando a possibilidade de mudar o logotipo do CCIE, recebi um email algumas semanas atrás onde eles me pergutavam qual dos logotipos eu tinha gostado mais, e para falar a verdade não gostei nem um pouco de nenhuma das duas opções.
Isto sem falar a constante redução de custo da Cisco, o que obrigou eles mudarem as placas do CCIE de metal a plástico, infelizmente eu já peguei a fase das placas de plástico.
Para os curiosos de plantão :-D, aqui coloco os logotipos recebidos (para mim parece mais um escudo de um time de futebol), será que isto quer dizer que os novos CCIEs cobrarão algo parecido a um jogador de futebol? (não estaria nada mal). rsrsrs


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 Olá Pessoal…
primeiramente agradeço as congratulações de todos !! Tenho certeza que daqui um tempo teremos muitos outros que escrevem aqui, compartilhando suas conquistas !!
Pois é, finalmente depois de um longo tempo de estudo concluí o CCIE R&S ontem.
Bem,
o que posso compartilhar com vocês sem nenhum problema foi a minha trajetória em relação ao CCIE. Um pouco antes disso, porém, acredito que é preciso explicar um pouco sobre minha carreira na área de forma a criar uma linha de raciocínio até chegar ao CCIE.
Em Meados de Agosto de 2006, resolvi iniciar meus estudos de preparação para o CCIE. A princípio, já possuía as certificações CCNA, CCDA, CCDP, CCIP, as quais foram conquistadas ao longo de minha carreira que se iniciou em meados de 1996. Não me lembro agora ao certo as datas de cada prova e certificação, mas a priori me lembro que tirei meu CCNA em Janeiro de 2001. Na época, estudei 6 meses uma apostila de um amigo que tinha feito o curso ICRC e fiz o exame CCNA. Ao longo dos anos, fui prestando as provas na seguinte sequência CIT, Routing, Switching, CCDA (não me lembro ao certo o nome desta prova), CCDP (não me lembro ao certo o nome das provas), BCMSN, BSCI, QoS, BGP, MPLS. Com estas provas feitas conclui as 4 certificações que tinha planejado. Lembrando que foi de 2001 a Agosto de 2006. Ter seguido esta linha de certificação, me ajudou muito na ‘evolução’ dentro de cada tópico na preparação para o CCIE.
Voltando ao início dos meus estudos para a prova teórica do CCIE R&S, me lembro que a primeira escolha foi por uma literatura que fosse de encontro com o ‘Blue Print’ da prova escrita. Para aqueles que não estão muito familiarizados com o termo Blue Print, explico que o famoso ‘Blue Print’ nada mais é do que os tópicos que ‘despencam’ na prova teórica do CCIE R&S: http://www.cisco.com/web/learning/le3/ccie/rs/wr_exam_blueprint_v3.html
Na época, tinha um amigo que já estava no processo de estudos para o LAB (Rodrigo Cesine Soave – colaborador do blog, infelizmente… brincadeira.. J) e ele me indicou o livro do Wendel Odom (CCIE R&S – 2007). Adquiri o livro que tinha em torno de 1100 folhas. Eu possuo uma certa deficiência que é, eu gravo melhor as coisas quando escrevo… vocês já devem imaginar o que aconteceu, certo ? EXATAMENTE !! Fiz um resumo do livro todo e realmente aprendi com o livro. Avaliando vários outros livros, verifiquei que a maneira que o Wendel Odom expressava cada teoria era muito diferente dos livros tradicionais, o que tornou a leitura menos ‘desgastante’. Após isso, como se não bastasse procurei no próprio site da cisco vários artigos nos pontos que tive maior dificuldade em entender… por exemplo, multicast e IPv6. Li outros artigos interessantes no próprio site da cisco que me ajudaram a complementar a literatura do livro como por exemplo BGP case studies. Lembrando que na fase da prova teórica, pesquisei muito, li muito e fiz muito resumo !!!! Eu até perdi as contas de tantos arquivos pdfs que li de 400 a 1200 folhas… Quando tinha coberto todos os assuntos do Blue Print da prova teórica, decidi encarar a prova teórica dia 9 Abril de 2007. Felizmente passei. Eu não sabia onde estava me metendo.. rs rs !!
Em abril de 2007 iniciei meus estudos para o LAB. Novamente avaliei alguns materiais e escolhi o material do site www.internetworkexpert.com . Eles possuem 3 workbooks:
- Workbook 1 – vários LABs por tecnologia, por exemplo Frame-relay… vários diferentes LABs colocando em pauta diferentes topologias e situações envolvendo Frame-relay. Vários outros LABs envolvendo as tecnologias cobertas no Blue Print da prova de LAB http://www.cisco.com/web/learning/le3/ccie/rs/lab_exam_blueprint.html
- Workbook 2 – vários LABs FULL. Explico: vários LABs, cada um contemplando um LAB com todas as tecnologias juntas, ‘simulando’ uma prova por LAB podemos dizer…
- Workbook 3 – vários LABs FULL. Explico: vários LABs, cada um contemplando um LAB com tecnologias de Routing e Switching a fundo (Core Technologies) Fiz todos os LABs de todos os workbooks. Além disso, montei alguns cenários customizados que achei interessante para testar outras situações não cobertas nos workbooks. Todos os LABs foram feitos de 1 das 2 formas, ou através do Dynamips ou através de Racks alugados com equipamentos reais… Enfim, Eis que depois de 1 ano e 5 meses depois do início dos meus estudos de LAB (iniciei em Abril de 2007) fui aprovado na prova… uma loooonga jornada… o que posso dizer desta experiência é que vale a pena mas tem quer ter muuuuiittaaaa paciência e força de vontade acima de tudo !!! acho que já prolonguei demais meu post… mas estou a disposição se alguém quiser fazer alguma outra pergunta mais específica sobre minha trajetória…Sobre a prova nada pode ser comentado, seguindo o NDA da cisco.
[]s !!
Marcello Ishida - CCIE R&S #22059
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 Pessoal,
Partindo de uma questão que postei semana passada e fiquei devendo a resposta, resolvi escrever este pequeno artigo sobre os componentes do MPLS. O Marco já fez dois belos posts sobre MPLS: Multi Protocol Label Switching - Parte I e Multi Protocol Label Switching - Parte II. Vale a pena ler antes para se familiarizar com o que você vai ler abaixo.
Uma observação importante sobre o que está escrito a seguir: tudo está baseado em tecnologias Cisco. Mas não muda muito para outros fabricantes, ok?
Como vocês já leram no post do Marco, labels são adicionados ou removidos pelos Edge LSRs (Label Switching Routers), também conhecidos como LERs (Label Edge Routers) e, em alguns casos, como PEs (Provider Edges). Estes são os roteadores que estão realmente na boda da rede MPLS, fazendo a a conexão entre uma rede não-MPLS (pode ser ATM, Frame-Relay, Ethernet, etc.) e uma rede MPLS. Os roteadores puramente MPLS, conhecidos como LSRs, encaminham tráfego baseados somente em labels. Quando o pacote chega ao destino ou próximo dele, na saída da rede MPLS há outro Edge LSR, que agora remove o label e faz o roteamento do pacote para fora da rede MPLS.

Para que tudo isso funcione, em termos de “arquitetura”, o MPLS possui dois mecanismos separados:
- Control Plane: Matém a troca de informações sobre roteamento e labels entre dispositivos adjacentes. Para o roteamento, ele lida com todas as complexidades dos protocolos de roteamento como OSPF, EIGRP, IS-IS e BGP por exemplo, que, como vocês sabem, roteiam pacotes com base no IP de destino. Por outro lado, por também cuidar dos labels, ele trabalha com protocolos de “roteamento“ baseados em labels, Como o TDP(Tag Distribution Protocol) e o LDP (Label Distribution Protocol), sendo o último o mais utilizado.
- Data Plane: Responsável por encaminhar o tráfego baseado somente em labels, utilizando para isso informações geradas e coletadas pelo Control Plane. O Data Plane também é conhecido como Fowarding Plane.
O que qualquer router habilitado para MPLS faz, ou seja, o que qualquer LSR faz é, basicamente, utilizar o Control Plane para, através dos Protocolos de Roteamento, descobrir e escolher os melhores caminhos, que no MPLS são conhecidos como LSPs ( Label Switching Paths) e enviar este mapeamento para que o Data Plane execute. Simples não?!
Como analogia, imagine um rally. Vão sempre dois caras no carro. Um é o Navegador, que mapeia o caminho todo, faz todo planejamento e, durante a execução, fica monitorando o percurso afim de garantir que o caminho escolhido é o melhor ou ao menos é o pré-determinado. Este Navegador é o Control Plane. Já o Motorista executa o plano da melhor maneira possível , o mais rápido possível, sem se preocupar em ficar olhando o mapa ou o GPS. Simplesmente segue as instruções, na maior velocidade possível! Esse motorista é o Data Plane! 

Se vocês gostaram do post e têm interesse em saber mais sobre MPLS, dependendo da participação e dos comentários, continuarei a série, falando no próximo post das essenciais tabelas que operam no Control Plane e no Data Plane: FIB, LIB e LFIB.
Abraços,
Fábio A. de Amorim
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 Olá pessoal, atendendo aos pedidos de alguns leitores, decidi escrever uma série de posts sobre a tecnologia MPLS.
MPLS é hoje cobrado nos seguintes exames Cisco: 642-611 MPLS (CCIP), CCIE R&S Written (apenas no escrito. No Lab não é cobrado) e CCIE SP (written e LAB)
Vamos começar do início, e daqui, vamos nos aprofundando no assunto.
Afinal, o que é MPLS?
I. Introdução
O crescimento exponencial da Internet nos últimos anos colocou uma enorme carga nas redes dos provedores de serviços e operadoras. O problema é que não houve apenas um crescimento gigantesco no número de usuários, mas a utilização de serviços com necessidades específicas - como voz e vídeo - também aumentaram significativamente. Antes, as aplicações que rodavam nas redes requeriam apenas que seus pacotes fossem encaminhados no modo “Best Effort”. Para as aplicações mais novas, isso não é mais suficiente. Estas aplicações demanadam mais banda e garantia de serviço, algo antes inexistente.
Para honrar a garantia de serviço proposta, não basta aos provedores aumentar a quantidade de banda disponível (o que também é muito custoso). É preciso, também, identificar novas arquiteturas que possam prover qualidade de serviço (QoS) e mecanismos confiáveis de engenharia de tráfego (TE), mantendo o custo o mais baixo possível.
A tecnologia MPLS, desenvolvida inicialmente pela Cisco, é hoje o padrão de mercado que surgiu para endereçar estes problemas. MPLS permite aos provedores o oferecimento de um leque diferenciado de serviços aos seus clientes. Em resumo, MPLS é uma tecnologia de comutação de pacotes utilizada para transportar pacotes de um ponto a outro de uma forma rápida e - relativamente - simples, sem o overhead dos protocolos intermediários. A marcação DiffServ (Differeciated Services) permite, por sua vez, que cada tipo de tráfego receba um tratamento - leia-se prioridade - diferenciado, por meio de marcações específicas (DiffServ Code Point ou DSCP) que identifiquem cada tipo de fluxo.
II. Operação
Redes baseadas no protocolo IPv4, tipicamente, não oferecem mecanismos de qualidade de serviço como os encontrados em outras redes, como ATM e Frame-Relay. MPLS traz para redes IP a sofisticação de uma rede orientada a conexão para o mundo IP - tradicionamente “não-orientado à conexão”.
MPLS significa “Multi-protocol Label Switching”. Multi-protocol pois a tecnologia suporta virtualmente TODOS os protocolos de camada 3 (e de outras também). Obviamente, destes, o IP é o mais popular. Antes de entrarmos mais a fundo na tecnologia, é interessante conhecermos alguns termos bastante utilizados quando falamos de MPLS:
- Forwarding Equivalent Class (FEC) - Um grupo de pacotes IP que são encaminhados de uma mesma maneira
- MPLS Header - O “cabeçalho” MPLS. Contém 32 bits.

- MPLS Label - Usado para identificar o FEC.
- Label Switched Path (LSP) - O caminho formado por um ou mais LSRs (Label Switching Routers) através do qual pacotes de um determinado FEC é encaminhado.
No modo tradicional de roteamento IP, um router tipicamente considera 2 pacotes como sendo do mesmo FEC se existir algum prefixo “X” na tabela de roteamento deste router de modo que “X” seja o padrão coinscidente mais longo de bits da esquerda para a direita para os 2 pacotes, para a rede destino. Conforme o pacote atravessa a rede IP, cada roteador reexamina os pacotes e redefine o FEC.
Nas redes MPLS, por sua vez, a designação do FEC é realizada apenas 1 vez, assim que o pacote entra na rede. Quando isso ocorre, o FEC a que pertence o pacote é codificado em um “label”. Quando este pacote é encaminhado ao próximo router, o label é encaminhado juntamente com ele. Desta forma, nos saltos subsequentes, nenhuma análise adicional é necessária. O label é utilizado como um índice para uma tabela que especifica o próximo salto e o novo label. O label antigo é substituído pelo novo label e o pacote é encaminhado ao próximo router.

III. Benefícios
O objetivo inicial do MPLS era trazer para a camada 3 a agilidade da camada 2. A comutação baseada em “labels” permite aos routers tomar decisões de encaminhamento baseadas somente no conteúdo de um simples identificador, ao invés de realizar uma complexa busca na tabela de roteamento baseada no endereço IP de destino. Esta justificativa inicial para tecnologias como o MPLS já não está mais em primeiro plano, uma vez que switches L3 já são capazes de realizar o processo de roteamento em velocidades bastante elevadas.
Entretanto, MPLS traz uma série de outros benefícios para redes IP. O fato de pacotes serem roteados baseados em labels e não via endereço IP resulta em algumas vantagens importantes:
- Classificação dos pacotes baseados na origem do tráfego
- Pacotes podem ter labels prioritários designados, permitindo a implementação de QoS na rede
Os routers LSR de uma rede MPLS não são impactados se regras de como um pacote deve ser alocado a um determinado FEC forem modificadas
- O payload dos pacotes nunca são examinados pelos routers LSR, garantindo um transporte mais eficiente da informação pela rede
- Em uma rede MPLS, um pacote pode ser forçado a seguir por um determinado caminho, ao invés de um caminho que seria seguido caso um protocolo de roteamento comum estivesse sendo utilizado. Isso pode ser útil em ocasiões onde engenharia de tráfego (TE) precisa ser aplicada, ou mesmo para garantir um determinado nível de serviço.
Além destas, outra grande vantagem do MPLS é que a tecnologia é completamente independente dos protocolos utilizados nas camadas 2 ou 3, permitindo uma completa integração entre redes que rodem distintos protocolos nestas camadas.
Mais adiante vou dar prosseguimento à esta série de posts sobre o protocolo MPLS, e vamos colocar para funcionar o LAB Dynamips que implementa uma pequena rede rodando este protocolo. Espero que esta série de artigos vá de encontro às suas expectativas!
fonte: http://www.mplstutorial.com
Um abraço!
Marco Filippetti
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