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Não sei se todos estão sabendo mas a Cisco anunciou a atualização da prova de labóratorio para certificação Cisco CCIE Voice. Julho de 2009 será o ultimo mês para aqueles que queiram fazer a versão antiga da prova. Pelo que andei lendo muitas modificações estão previstas para a nova versão, entre elas as versões de software que no caso do CallManager e IPCC Express será a 7.0. O Unity também foi substituído pelo Unity Connection e uma nova aplicação foi incluída, no caso o Cisco Unified Presence 7.0.

Enfim para aqueles que estão na reta final a hora é de acelerar o passo e tentar uma última vez, já aqueles que como eu estão apenas no início da preparação o jeito e começar a estudar as novidades porque o bicho vai pegar rsrsrs.

Abraços e Boa Sorte!!!

Luís Gabriel.

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comu.jpgPara quem se lembra, este era o “moto” da minha empresa, a Netceptions, quando ainda na ativa. Fazendo uma re-análise hoje, acho engraçado que, na época, a frase tinha o sentido voltado às redes - de computadores - mesmo. Hoje, “Networking that Works” poderia ser melhor usado para definir a importância de uma rede de relacionamentos em nossas vidas. Já falei um pouco deste tipo de networking em posts passados, mas resolvi dedicar um para falar apenas disso, pois considero de extrema importância.

Existe uma série de fatores que devemos considerar quando procuramos uma colocação no mercado, por exemplo:

- Formação acadêmica
- Conhecimento e habilidade no assunto
- Experiência profissional
- Idiomas
- Certificações
- Qualidades e qualificações adicionais

Muitos parecem se esquecer, no entanto, que temos ainda o fator “Q.I.” - ou: “Quem Indica”. Não subestimem o peso deste fator! Algumas vezes, acontece de um profissional possuir todas as qualificações, e mesmo assim, não conseguir a sonhada vaga. Qual o motivo? Bom, existem 2 possíveis, na minha opinião: O entrevistador escolheu uma pessoa ainda mais qualificada OU uma pessoa com as mesmas qualificações foi escolhida e o “desempate” foi dado pela indicação. Ou seja, indicação CONTA!

E como criar e manter uma rede de relacionamentos viva? Bom, fazemos um pouco disso aqui mesmo… o blog, em si, tornou-se uma comunidade. Aqui, quem pode, ajuda o próximo - seja respondendo às perguntas, seja indicando o CV de um colega para uma vaga em aberto. E isso parece estar funcionando bem! Existem outras comunidades online, como vocês sabem. Algumas informais, como o famigerado Orkut. Outras profissionais, como o conhecido LinkedIn. Mas você não deve ficar só nisso. Participe de eventos (como os divulgados aqui no blog, por exemplo). Dê as caras. Apresente-se, converse com as pessoas, dê o seu cartão (se não tiver, FAÇA UM!), deixe que o maior número de pessoas saiba quem você é, quais suas especialidades, de onde você vem e para onde quer ir. Cultive estes relacionamentos. E quando precisar, certamente algumas destas pessoas estarão lá para você, e você terá o fator Q.I. à seu favor.

Mas não se enganem! Pessoas apenas são indicadas se realmente forem boas (bom, toda regra tem sua exceção rsrsrs). Portanto, convença sua rede de relacionamentos que você faz (ou pode fazer) a diferença! Estude, leia, dê sua opinião, faça-se presente. E você nunca estará sozinho :-D !

Resumindo, você é quem você conhece!

Um abraço pessoal!!

Marco Filippetti

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gns3.jpegPrezados, sabemos que é possível instalar o Dynamips/GNS3 em plataforma Windows,  Linux, BSD ou MACOSX. Entretanto, recentemente, contamos com a opção de não instalar absolutamente nada! Contamos com três Distribuições de Linux: DynaSlax, DynaSlaxGNS3 e DynaSlaxUSB que rodam direto do CD ou dispositivo pendrive. Apenas 215MB cada!

O Slax (http://www.slax.org/) é baseado em uma das distribuições Linux de maior desempenho e robustez que é o Slackware (http://www.slackware.com/) .

Confiram os links para downloads:

Confiram o screenshot (DynaSlaxGNS3):
dynaslaxgns3.jpg

Em_segundos você já estará se divertindo com o seu GNS3!

Até mais,

Italo Amaral

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Dica passada pela Miriam Vasco, da SUCESU. Achei muito interessante! Talvez vocês também achem. Já falamos de carreiras em Y em outro post, apenas lembrando… .

Um abraço!

Marco.

Especialista em carreira fala porque um técnico deve ganhar tanto quanto um gerente e como a geração Y será o terror das áreas de recursos humanos.

Por Fábio Barros, do COMPUTERWORLD

02 de outubro de 2008 - 07h00

O especialista em carreira, Max Gehringer, em entrevista exclusiva ao COMPUTERWORLD, analisa as mudanças ocorridas com a evolução da tecnologia e traça o perfil dos profissionais do futuro. Como isso deve afetar a vida das empresas e, claro, dos gestores de recursos humanos? Confira!

COMPUTERWORLD - Como você avalia a presença cada vez maior da tecnologia no ambiente de trabalho? Quais são os impactos no dia-a-dia dos profissionais?

MAX GEHRINGER - No Brasil, essa mudança começou de fato há 15 anos. A década de 80, que conseguiu combinar inflação alta e demanda baixa, fez com que as empresas tivessem que enxugar seus quadros, eliminando funções e concentrando nas mãos de um empregado tarefas que antes eram executadas por dois ou três.

No início dos anos 90, a revogação da famigerada Lei da Informática, que atrasou o Brasil 10 anos, permitiu que as empresas se aparelhassem melhor. Nos escritórios, o PC substituiu, ao mesmo tempo, a máquina de escrever e a calculadora. E o chão de fábrica passou a ter equipamentos tecnologicamente atualizados, gerando mais produtividade.

As duas últimas mudanças foram a internet, que possibilitou a interatividade interna e externa, e o celular, que colocou os funcionários 24 horas à disposição da empresa. O resultado foi que o trabalho braçal deu lugar ao uso do software. O “fechamento do mês”, um esforço que envolvia uma dúzia de pessoas e demorava uma semana, hoje é uma tarefa simples, porque as transações vão sendo feitas on-line.

Na Copa de 1970, um jogador com excelente preparo físico corria 3 quilômetros por jogo. Na última Copa da UEFA, a média estava em 12 quilômetros. Nas empresas, a aceleração da produtividade foi a mesma, só que movida pelas facilidades da tecnologia. Não por acaso, a única área que deverá ter déficit de técnicos pelos próximos anos é a de Informática.

CW - Este novo ambiente exigiu mudanças dos gestores de recursos humanos? Quais seriam?

MG - Uma das conseqüências de todas essas mudanças foi a auto-gestão da carreira. O empregado que delegava seu desenvolvimento à empresa e raramente considerava a hipótese de mudar de emprego deixou de existir. Ele deu lugar a um profissional mais ansioso, menos disposto a esperar que as coisas aconteçam naturalmente. Eu fico cada vez menos espantado quando recebo mensagens de estagiários dizendo “estou aqui na empresa há dois meses e ainda não me aconteceu nada”.

As áreas de RH sabem que o turnover alto representa não apenas custos extras, mas também a perda de bons profissionais, que não hesitam em ter três empregos em três anos se isso puder turbinar suas carreiras. Quando RH falava em atrair e reter talentos, essa segunda parte era subentendida como ‘médio e longo prazo’. Agora, passou a ser curto prazo.

É preciso manter o empregado motivado, focado, satisfeito e bem informado. Caso contrário, ele procura outras opções. Setores que, por sua própria natureza, oferecem poucas oportunidades internas, como o de telemarketing, têm um turnover de mais de 100% ao ano. O tempo médio de permanência é de 10 meses. Ou seja, acabou o medo de mudar de emprego.

CW - Neste contexto, qual seria o perfil do profissional do futuro? Quais características perdem valor e quais passam a ser fundamentais para o sucesso profissional?

MG - Um erro que muitos jovens estão cometendo é o de imaginar que, quanto mais diplomas tiverem, maiores serão as oportunidades. Por isso, estudam até os 25 ou 26 anos, fazem pós, MBA, e intercâmbio para aprender inglês.

E aí, quando começam a procurar emprego, descobrem que as portas estão fechadas. O maior índice de desemprego está nessa faixa, dos 18 aos 25 anos, e afeta jovens com curso superior. Por outro lado, o mercado tem vagas para técnicos, mas não consegue encontrá-los em quantidade suficiente.

O profissional do futuro será, antes de tudo, um bom técnico. Alguém que começou a trabalhar cedo, aprendeu os macetes na prática e depois se decidiu pelo curso superior mais indicado. Aos 25 anos, ele estará pronto para assumir uma função gerencial. O que também pesa muito, e pesará cada vez mais, é a atualização constante. Quem não fez nenhum curso nos últimos cinco anos está correndo risco de obsolescência profissional.

Outro fator que ganha cada vez mais importância é o networking. Muita gente ainda o vê como algo negativo, mas conseguir um emprego apenas por meio do envio de currículos está se tornando uma possibilidade remota. Em algumas áreas, como Direito e Jornalismo, o networking já responde por quase 100% das vagas preenchidas. Portanto, estudar é bom, aperfeiçoar-se é ótimo, mas é indispensável conhecer pessoas que possam fazer indicações.

CW - A necessidade de técnicos deve dar força ao conceito de evolução profissional em Y?

MG - Em teoria, ter um excelente técnico, sem nenhum subordinado, que ganhe mais do que um gerente com 20 subordinados é algo que faz todo sentido, porque está mais difícil para as empresas contratar e manter o técnico. Mas essa situação precisa ser muito bem explicada pela área de recursos humanos.

Não basta soltar uma comunicação interna dizendo que será assim. É uma situação que afeta o lado psicológico dos que acham que deveriam ganhar mais apenas com base no número de subordinados diretos. Essa dificuldade para implantar o sistema Y, aliada à possibilidade de redução de custos, gerou o PJ, o profissional autônomo. É uma categoria que vem se multiplicando em ritmo de coelho no século XXI.

CW - Como as empresas devem se preparar para tirar o melhor deste novo perfil de profissional?

MG - Oferecendo instrumentos para contrabalançar a pressão por resultados imediatos. Um bom ambiente de trabalho, uma comunicação transparente, oportunidades de fazer cursos de aperfeiçoamento e o reconhecimento dos méritos individuais através de premiações. Evidentemente, ainda existem chefes cujas cabeças estão no século XX e o choque com a geração dos jovens apressados e ambiciosos acaba sendo inevitável.

E a corda está arrebentando do lado que antes era o mais forte, o dos chefes. No ano de 2006, 60% dos executivos que perderam o emprego não esperavam perdê-lo. Desses, 75% tinham mais de 10 anos de casa.

CW - A chegada da geração Y ao mercado de trabalho é outro fator que deve ser considerado. O que esta geração traz de novo ao ambiente corporativo?

MG - Os homens da geração Y são os primeiros a conseguir fazer o que as mulheres vêm fazendo desde a geração sempre: várias coisas simultaneamente e sem perder o foco.

Mas os profissionais dessa geração que optam pela tecnologia da informação têm uma característica especial, que já se nota atualmente: para eles, o trabalho executado é mais importante que a empresa que está pagando pela sua execução. Por natureza, são profissionais que apreciam a autonomia, mesmo que estejam ligados a uma empresa. Em suma, eles são o terror das áreas de recursos humanos.

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A área de Segurança fascina a todos nós. Não conheço uma só pessoa não que adore a área e que, por “livre e espontânea pressão”, somos obrigados a conhecê-la e praticá-la diariamente.

Até porque além da responsabilidade e da ética na qual os profissionais de TI em cuidar do maior bem que as empresas possuem que é a informação, ainda sim eles devem possuir responsabilidades legais por estes dados e informações sob suas tutelas.

No mundo atual, poucas pessoas sabem, mas sem querer assustá-los, nós profissionais de TI/TCOM respondemos legalmente pelos possíveis danos causados através dos meios eletrônicos.

Observem que diz o novo Código Civil:

“Art. 927. Aquele que, por ato ilícito (arts. 186 e 187), causar dano a outrem, fica obrigado a repará-lo.

Parágrafo único. Haverá obrigação de reparar o dano, independentemente de culpa, nos casos especificados em lei, ou quando a atividade normalmente desenvolvida pelo autor do dano implicar, por sua natureza, risco para os direitos de outrem”.

Portanto, a Critografia é um dos meios essenciais na proteção destes dados.

Então, fica aqui registrado a minha dica de leitura “obrigatória” sobre a história da criptografia. Um site que já tinha indicado a muito tempo para meus alunos e que agora retorno para vocês integrantes do blog.

http://www.numaboa.com.br/criptologia/

Boa leitura, garanto que será muito interessante…

Abraços e até a próxima.

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Olá pessoal ai vai uma dica quente!!!!!

Para construir PABX´s digitais com software livre temos duas excelentes opções:

disc-os - http://www.disc-os.org
trixbox - http://www.trixbox.org

Com o DISC-OS, vocês podem conseguir suporte na Intelbras, que fabrica placas para PC´s (ISDN, MFC-R2, FXS, FXS) compatíveis com as da empresa Digium.

A Trixbox é a primeira distribuição Linux para o Asterisk. Carrega o pioneirismo e comentam ser o melhor sistema pois tem mais recursos configuráveis via web que o Disc-OS.

Ambas têm interface web para toda a administração dos serviços do Asterisk, criação de ramais, rotas, troncos, filas, voicemails, etc. O Disc-OS tem a vantagem de ser em português.

Recomendo ter todas as configurações armazenadas em banco de dados, que pode ser MySQL. CDR também armazenado em Banco Dados (configurado no mysql add-ons), e uso do Asterisk Real Time, pois isso facilita o trabalho de manutenção (criação de ramais), uma vez que assim não é necessário recarregar o asterisk para reconhecer um novo ramal.

Se houver ramais em outras localidades, use o protocolo G729 (tem que adquirir licenças) desde que esse cliente também tenha telefone compatível.

O QoS, como vocês sabem, é fundamental em toda a rede VoIP, inclusive o lado dos clientes.

As configurações iniciais do asterisk estão em /etc/asterisk:

sip.conf –> Ramais sip e sip trunk.
extensions.conf –> Todos os planos de discagem.
iax.conf –> Ligações entre asterisk.
zapata.conf –> Configurações regionais, ramais, etc, para E1, fxs, fxo.
/etc/zaptel.conf –> Configurações para placas E1,fxs, fxo (protocolos, clock, etc)

Até a próxima…

Marcos Pitanga

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