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 Para quem se lembra, este era o “moto” da minha empresa, a Netceptions, quando ainda na ativa. Fazendo uma re-análise hoje, acho engraçado que, na época, a frase tinha o sentido voltado às redes - de computadores - mesmo. Hoje, “Networking that Works” poderia ser melhor usado para definir a importância de uma rede de relacionamentos em nossas vidas. Já falei um pouco deste tipo de networking em posts passados, mas resolvi dedicar um para falar apenas disso, pois considero de extrema importância.
Existe uma série de fatores que devemos considerar quando procuramos uma colocação no mercado, por exemplo:
- Formação acadêmica
- Conhecimento e habilidade no assunto
- Experiência profissional
- Idiomas
- Certificações
- Qualidades e qualificações adicionais
Muitos parecem se esquecer, no entanto, que temos ainda o fator “Q.I.” - ou: “Quem Indica”. Não subestimem o peso deste fator! Algumas vezes, acontece de um profissional possuir todas as qualificações, e mesmo assim, não conseguir a sonhada vaga. Qual o motivo? Bom, existem 2 possíveis, na minha opinião: O entrevistador escolheu uma pessoa ainda mais qualificada OU uma pessoa com as mesmas qualificações foi escolhida e o “desempate” foi dado pela indicação. Ou seja, indicação CONTA!
E como criar e manter uma rede de relacionamentos viva? Bom, fazemos um pouco disso aqui mesmo… o blog, em si, tornou-se uma comunidade. Aqui, quem pode, ajuda o próximo - seja respondendo às perguntas, seja indicando o CV de um colega para uma vaga em aberto. E isso parece estar funcionando bem! Existem outras comunidades online, como vocês sabem. Algumas informais, como o famigerado Orkut. Outras profissionais, como o conhecido LinkedIn. Mas você não deve ficar só nisso. Participe de eventos (como os divulgados aqui no blog, por exemplo). Dê as caras. Apresente-se, converse com as pessoas, dê o seu cartão (se não tiver, FAÇA UM!), deixe que o maior número de pessoas saiba quem você é, quais suas especialidades, de onde você vem e para onde quer ir. Cultive estes relacionamentos. E quando precisar, certamente algumas destas pessoas estarão lá para você, e você terá o fator Q.I. à seu favor.
Mas não se enganem! Pessoas apenas são indicadas se realmente forem boas (bom, toda regra tem sua exceção rsrsrs). Portanto, convença sua rede de relacionamentos que você faz (ou pode fazer) a diferença! Estude, leia, dê sua opinião, faça-se presente. E você nunca estará sozinho !
Resumindo, você é quem você conhece!
Um abraço pessoal!!
Marco Filippetti
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 Boa noite pessoal,
Como a nossa “mesa redonda” acabou não saindo nos vídeos feitos durante o evento “I NetworKaridade”, que ocorreu mês passado, pensei em montar este post para passar, aos que não foram, alguns pontos que foram debatidos e que eu julgo serem de extrema importância. Como eu já havia mencionado em posts anteriores, a mesa redonda que tivemos no evento foi muito interessante, com muitos participando e com temas de grande valia e interesse geral.
Uma das questões que foram abordadas diz respeito à chamada “prostituição do mercado”, termo usado para definir situações onde o mercado busca profissionais com perfis “mirabolantes” em troca de salários, muitas vezes, considerados ofensivos. Um exemplo, abaixo:
“Empresa de Tecnologia estabelecida há mais de 10 anos no mercado busca profissional para atuar como Analista de Redes Sênior, em São Paulo. Regime PJ, contrato por tempo indeterminado. Exige-se Inglês fluente, certificação Cisco CCNA e Microsoft MCP, formação superior e experiência comprovada de mais de 5 anos na área. Pós em gestão e/ou CCNP será considerado um diferencial. Salário (negociável) : R$2000.”
Vamos analisar esta vaga. Obviamente, para um profissional com as certificações, formação e habilidades extras solicitadas, para atuar como Pessoa Jurídica, e em São Paulo, o salário oferecido está muito aquém do praticado pelo mercado. Esta foi uma questão levantada no evento. Alguém alegou que ofertas como esta derrubam o valor dos profissionais “sérios”, já que, invariavelmente, alguém sempre acaba aceitando posições como a mencionada, pelo salário ofertado.
Meus argumentos, na ocasião, foram os seguintes:
- Profissionais que - de fato - possuam as qualidades, habilidades e formação solicitados na vaga dificilmente estarão desempregados e, mesmo se estiverem, a chance de se submeterem à uma vaga deste tipo é praticamente nula. “Então… quem aceita este tipo de vaga?” R: Quem está desesperadamente procurando um emprego e, certamente, não possui as qualificações pedidas. “Hmmm e a empresa que postou o anúncio, aceita mesmo assim?” R: SIM!!! Veja bem, NENHUMA EMPRESA SÉRIA posta vagas deste tipo. Desta forma, acaba-se aceitando quem se interessa. É como dar uma série de tiros esperando que apenas um acerte o alvo (ou que passe perto, pelo menos).
- “Mas o povo que aceita este tipo de vaga acaba derrubando nossos salários!“. R: Não, pelo contrário. O que ocorre é que acaba havendo uma valorização do profissional - de fato - qualificado. Empresas sérias sabem quanto custa fazer o “hunting” de um bom profissional. E certamente irá pagar bem à este, quando encontrado.
- “Vejo muitos profissionais MUITO NOVOS, com CCNA na mão e sem experiência alguma aceitando este tipo de vaga. Isso vai fazer a média salarial cair!“. R: Não é verdade. Uma vez mais, a vaga está sendo preenchida por um profissional que não atende ao perfil colocado.
- “Se os profissionais de informática tivessem um órgão regulador, como um Conselho Regional, como existe para Engenharia, isso não aconteceria e os salários seriam mais nivelados“. R: Será mesmo? Será que isso não seria, de fato, um problema? Quem disse que os Engenheiros estão satisfeitos com seus salários? Eu conheço VÁRIOS que não estão…
Outro assunto que surgiu dizia respeito à banalização das certificações por pessoas que utilizam “braindumps” para serem aprovados nos exames, e que depois conquistam vagas que demandam certo conhecimento mas, na hora “H”, não conseguem entregar o serviço. A questão era se as empresas realmente valorizam as certificações em T.I. tendo-se em vista este fato.
R: SIM, as empresas SÉRIAS valorizam certas certificações em T.I., e as levam MUITO à sério. O que se faz, entretanto, é procurar testar o conhecimento REAL de um candidato por meio da aplicação de testes simples, que mostrem - rapidamente - se o candidato conhece, de fato, o assunto. Isso é feito na AT&T (por onde passei e, inclusive, desenvolvi o teste que - se não me engano - é aplicado até hoje), na BT (por meio de uma entrevista técnica pessoal - EM INGLÊS), e em muitas outras empresas. Portanto, certificar-se é - como eu disse no evento - ter a certeza que seu CV já estará em uma pilha de CVs diferenciada. ENTRETANTO, não vai lhe garantir vaga alguma (raras exceções, como o CCIE).
“Mas e aquelas vagas que pedem um ’super profissional’, e colocam no fim: ‘informar pretensão salarial‘?” R: Estas, na minha opinião, também não são vagas sérias, ou pelo menos, são anúncios mal-intencionados. O que se procura aqui é fazer um “benchmarking”, ou seja, ver quanto os profissionais quesupostamente se encaixam no perfil estariam cobrando para aceitar uma vaga destas. Muito comum, mas não caiam na besteira de informar a pretensão. Lembrem-se que salário não se mede apenas no $$$ depositado no fim do mês em sua conta corrente. Deve-se também considerar:
- Benefícios oferecidos (ex: plano de saúde, previdência privada, VR, VT, bônus, estacionamento, etc etc etc);
- Local de trabalho (ex: É de fácil acesso? Perto da sua casa? Local seguro? Agradável? etc etc etc);
- Porte da empresa (Multinacional? Empresa pequena?)
- Chances de crescimento profissional na empresa (Existem? São reais? Existe um plano de cargos e salários definido?)
Estas são apenas ALGUMAS variáveis à serem consideradas na hora de se negociar qual o salário que VOCÊ considera justo. Tenha isso em mente. Se a empresa insistir em pedir-lhe que coloque a pretensão salarial, diga que você está disposto a abrir isso após uma entrevista. Afinal, como pode uma pessoa (ou empresa) definir quanto você vale, se conhecer-lhe antes? Mais uma vez, MINHA OPINIÃO!!!
Para encerrar, minha honesta opinião é que a “prostituição no mercado de T.I.” simplesmente não existe para pessoas que estão bem preparadas, com estudo, com conhecimento de outros idiomas, com perseverança e com vontade de crescer. Para quem não é, resta o consolo que sempre haverá vagas! Não tão boas,mas elas estão lá.
Debates abertos
Abs!
Marco Filippetti
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 Dica passada pela Miriam Vasco, da SUCESU. Achei muito interessante! Talvez vocês também achem. Já falamos de carreiras em Y em outro post, apenas lembrando… .
Um abraço!
Marco.
Especialista em carreira fala porque um técnico deve ganhar tanto quanto um gerente e como a geração Y será o terror das áreas de recursos humanos.
Por Fábio Barros, do COMPUTERWORLD
02 de outubro de 2008 - 07h00
O especialista em carreira, Max Gehringer, em entrevista exclusiva ao COMPUTERWORLD, analisa as mudanças ocorridas com a evolução da tecnologia e traça o perfil dos profissionais do futuro. Como isso deve afetar a vida das empresas e, claro, dos gestores de recursos humanos? Confira!
COMPUTERWORLD - Como você avalia a presença cada vez maior da tecnologia no ambiente de trabalho? Quais são os impactos no dia-a-dia dos profissionais?
MAX GEHRINGER - No Brasil, essa mudança começou de fato há 15 anos. A década de 80, que conseguiu combinar inflação alta e demanda baixa, fez com que as empresas tivessem que enxugar seus quadros, eliminando funções e concentrando nas mãos de um empregado tarefas que antes eram executadas por dois ou três.
No início dos anos 90, a revogação da famigerada Lei da Informática, que atrasou o Brasil 10 anos, permitiu que as empresas se aparelhassem melhor. Nos escritórios, o PC substituiu, ao mesmo tempo, a máquina de escrever e a calculadora. E o chão de fábrica passou a ter equipamentos tecnologicamente atualizados, gerando mais produtividade.
As duas últimas mudanças foram a internet, que possibilitou a interatividade interna e externa, e o celular, que colocou os funcionários 24 horas à disposição da empresa. O resultado foi que o trabalho braçal deu lugar ao uso do software. O “fechamento do mês”, um esforço que envolvia uma dúzia de pessoas e demorava uma semana, hoje é uma tarefa simples, porque as transações vão sendo feitas on-line.
Na Copa de 1970, um jogador com excelente preparo físico corria 3 quilômetros por jogo. Na última Copa da UEFA, a média estava em 12 quilômetros. Nas empresas, a aceleração da produtividade foi a mesma, só que movida pelas facilidades da tecnologia. Não por acaso, a única área que deverá ter déficit de técnicos pelos próximos anos é a de Informática.
CW - Este novo ambiente exigiu mudanças dos gestores de recursos humanos? Quais seriam?
MG - Uma das conseqüências de todas essas mudanças foi a auto-gestão da carreira. O empregado que delegava seu desenvolvimento à empresa e raramente considerava a hipótese de mudar de emprego deixou de existir. Ele deu lugar a um profissional mais ansioso, menos disposto a esperar que as coisas aconteçam naturalmente. Eu fico cada vez menos espantado quando recebo mensagens de estagiários dizendo “estou aqui na empresa há dois meses e ainda não me aconteceu nada”.
As áreas de RH sabem que o turnover alto representa não apenas custos extras, mas também a perda de bons profissionais, que não hesitam em ter três empregos em três anos se isso puder turbinar suas carreiras. Quando RH falava em atrair e reter talentos, essa segunda parte era subentendida como ‘médio e longo prazo’. Agora, passou a ser curto prazo.
É preciso manter o empregado motivado, focado, satisfeito e bem informado. Caso contrário, ele procura outras opções. Setores que, por sua própria natureza, oferecem poucas oportunidades internas, como o de telemarketing, têm um turnover de mais de 100% ao ano. O tempo médio de permanência é de 10 meses. Ou seja, acabou o medo de mudar de emprego.
CW - Neste contexto, qual seria o perfil do profissional do futuro? Quais características perdem valor e quais passam a ser fundamentais para o sucesso profissional?
MG - Um erro que muitos jovens estão cometendo é o de imaginar que, quanto mais diplomas tiverem, maiores serão as oportunidades. Por isso, estudam até os 25 ou 26 anos, fazem pós, MBA, e intercâmbio para aprender inglês.
E aí, quando começam a procurar emprego, descobrem que as portas estão fechadas. O maior índice de desemprego está nessa faixa, dos 18 aos 25 anos, e afeta jovens com curso superior. Por outro lado, o mercado tem vagas para técnicos, mas não consegue encontrá-los em quantidade suficiente.
O profissional do futuro será, antes de tudo, um bom técnico. Alguém que começou a trabalhar cedo, aprendeu os macetes na prática e depois se decidiu pelo curso superior mais indicado. Aos 25 anos, ele estará pronto para assumir uma função gerencial. O que também pesa muito, e pesará cada vez mais, é a atualização constante. Quem não fez nenhum curso nos últimos cinco anos está correndo risco de obsolescência profissional.
Outro fator que ganha cada vez mais importância é o networking. Muita gente ainda o vê como algo negativo, mas conseguir um emprego apenas por meio do envio de currículos está se tornando uma possibilidade remota. Em algumas áreas, como Direito e Jornalismo, o networking já responde por quase 100% das vagas preenchidas. Portanto, estudar é bom, aperfeiçoar-se é ótimo, mas é indispensável conhecer pessoas que possam fazer indicações.
CW - A necessidade de técnicos deve dar força ao conceito de evolução profissional em Y?
MG - Em teoria, ter um excelente técnico, sem nenhum subordinado, que ganhe mais do que um gerente com 20 subordinados é algo que faz todo sentido, porque está mais difícil para as empresas contratar e manter o técnico. Mas essa situação precisa ser muito bem explicada pela área de recursos humanos.
Não basta soltar uma comunicação interna dizendo que será assim. É uma situação que afeta o lado psicológico dos que acham que deveriam ganhar mais apenas com base no número de subordinados diretos. Essa dificuldade para implantar o sistema Y, aliada à possibilidade de redução de custos, gerou o PJ, o profissional autônomo. É uma categoria que vem se multiplicando em ritmo de coelho no século XXI.
CW - Como as empresas devem se preparar para tirar o melhor deste novo perfil de profissional?
MG - Oferecendo instrumentos para contrabalançar a pressão por resultados imediatos. Um bom ambiente de trabalho, uma comunicação transparente, oportunidades de fazer cursos de aperfeiçoamento e o reconhecimento dos méritos individuais através de premiações. Evidentemente, ainda existem chefes cujas cabeças estão no século XX e o choque com a geração dos jovens apressados e ambiciosos acaba sendo inevitável.
E a corda está arrebentando do lado que antes era o mais forte, o dos chefes. No ano de 2006, 60% dos executivos que perderam o emprego não esperavam perdê-lo. Desses, 75% tinham mais de 10 anos de casa.
CW - A chegada da geração Y ao mercado de trabalho é outro fator que deve ser considerado. O que esta geração traz de novo ao ambiente corporativo?
MG - Os homens da geração Y são os primeiros a conseguir fazer o que as mulheres vêm fazendo desde a geração sempre: várias coisas simultaneamente e sem perder o foco.
Mas os profissionais dessa geração que optam pela tecnologia da informação têm uma característica especial, que já se nota atualmente: para eles, o trabalho executado é mais importante que a empresa que está pagando pela sua execução. Por natureza, são profissionais que apreciam a autonomia, mesmo que estejam ligados a uma empresa. Em suma, eles são o terror das áreas de recursos humanos.
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 Olá pessoal, como prometido, segue um post sobre algumas profissões existentes (e demandadas) hoje, pelo mercado de T.I. Tentei focar na parte de redes, por isso, não considerei profissões relacionadas à Engenharia de Software, como Analista Desenvolvedor, Programador, Program Designer, etc.
Das que estão “na moda”, uma que se destaca é a função de Arquiteto de Soluções (outros nomes possíveis: Solutions Designer, Consultor / Engenheiro de Soluções). Afinal, o que este profissional faz? Vou tentar resumir em alguns “bullet points”, abaixo:
O Arquiteto de Soluções (ou Solutions Architect, em Inglês), na essência, é o profissional responsável por traduzir as necessidades do cliente em soluções. Ele deve entender exatamente o problema do cliente, identificar as tecnologias que podem atendê-lo e desenhar uma ou mais soluções que resolva o problema exposto.
Conhecimentos úteis: Como entendimento do negócio do cliente é uma parte importante na fase de análise, não basta, à este profissional, conhecer apenas a parte técnica. Uma formação mais generalista, normalmente, é bem-vinda. Experiência profissional em outros setores também pode ajudar.
Formação recomendada: Não há.
Notas adicionais: Este tipo de profissional raramente envolve-se nos detalhes técnicos da solução (como configuração de elementos, por exemplo). Ele define o desenho “high level”, apenas.
Certificações que podem ajudar: CCNA, CCDA, CCNP e CCDP, ITIL.
Passemos para o segundo na lista: O Especialista em Vendas Consultivas, também conhecido por Engenheiro de (Pré)Vendas (Sales Engineer). Este profissional deve conhecer muito do mercado em que a empresa atua, pois será responsável pela venda de soluções de negócio para os clientes. Deve possuir algumas habilidades comerciais (saber se comunicar, entreter e persuadir o cliente), mas também possuir conhecimento técnico de TI e dos produtos comercializados
pela empresa. A divisão de skills é, normalmente, 70% técnico e 30% comercial.
Conhecimentos úteis: Assim como um Arquiteto de Soluções, um Engenheiro de Vendas deve conhecer muito bem o mercado no qual atua. Assim sendo, algum conhecimento mercadológico, de Marketing e de Vendas é necessário. Conhecimento técnico também é importante.
Formação recomendada: Superior em TI com uma pós em Marketing, ou um MBA.
Certificações que podem ajudar: CCDA, CCDP, ITIL.
Outra profissão interessante, que está em alta: Engenheiro / Gerente de Produtos. O produto na área de TI, muitas vezes, deixa de ser um simples software ou hardware e passa a ser uma solução, que agrega valor ao negócio da empresa. Por isso é que desenhar / gerenciar um produto requer um profissional muito qualificado, que tenha visão de mercado. O engenheiro de produto também pode trabalhar com Telecomunicações, desenhando novas opções de aparelhos e tecnologias. Além disso, se o produto oferecido for um produto “de prateleira”, cabe ao Engenheiro de Produtos identificar qual o melhor produto que poderia atender às necessidades colocadas / identificadas pelo cliente.
Se você leu tudo até aqui, vai reparar que os descritivos destas 3 profissões parecem se cruzar, em algum ponto. Se você chegou à esta conclusão, está mais do que certo . As funções do Arquiteto de Soluções e de um Engenheiro de Vendas são MUITO semelhantes. A do Engenheiro de Produtos, dependendo da empresa, é exatamente o mesmo caso. A grande diferença que eu vejo é que um Engenheiro de Vendas reporta-se à diretoria de vendas e, por este motivo, assim como um vendedor, ele é comissionado (ou tem um bônus diferenciado).
Posso usar meu caso como exemplo. Na BT, a função que eu tinha (Arquiteto de Soluções) e a que assumi recentemente (Sales Engineer) são muito parecidas (para não dizer, idênticas). A diferença é que na nova área, recebo + $$$, uma vez que meu bônus passou a ser diferenciado se comparado ao que me era pago em minha posição anterior. Além disso, o bônus - que antes era pago anualmente - agora é pago mensalmente, e não tem mais teto (o céu é o limite). Se as vendas forem bem, ganho mais. O lado bom é que não tenho a pressão da venda, em si. Em contra-partida, não ganho comissão por venda fechada.
Passemos para a função de Gerente de Projetos. Este é o profissional responsável pela condução dos projetos. Entenda-se por projeto, por exemplo, a implementação de uma solução desenhada pelo Solutions Architect.
Formação recomendada: Curso superior na área de TI ou administração
Conhecimentos úteis: técnicas de fluxo de trabalho, programação para Internet e genérica, gerência de equipes, programação
Ferramentas mais usadas: software de colaboração, fluxo de trabalho e gerência de projetos (MS Project + Exchange, intranets desenvolvidas internamente e outras soluções)
Principais atividades: Coordenação dos profissionais envolvidos no projeto, controle de qualidade, elaboração de relatórios de desempenho e cumprimento de tarefas, previsão e cobrança de prazos, interação com webdesigners e programadores
Certificações: Project Management Professional (PMP), fornecida pelo Project Management Institute (PMI), ITIL, PRINCE.
Vamos passar agora para o Administrador de Redes. Este profissional é responsável pela instalação, configuração e manutenção dos sistemas operacionais e de todos os serviços implementados; pesquisa de soluções de tecnologia; apoio à área de desenvolvimento de aplicações; suporte de último nível para as equipes de apoio aos usuários; configuração e manutenção do nível de segurança da rede.
Conhecimentos úteis: Sistemas operacionais (Windows NT e UNIX), infra-estrutura e protocolos de rede, ambientes de programação (Visual Basic para NT, C ou Perl para UNIX etc) e ferramentas para facilitar o gerenciamento (preferencialmente com linguagens para plataforma Web).
Ferramentas: Programas baseados em SNMP, TNG Unicenter (CA), Tivoli (IBM), ferramentas de análise de desempenho e de auditoria, software de inventário de redes e analisadores de protocolos.
Certificações-Chave: MCP+I e MCSE+I (Microsoft); Solaris (Sun); CCNA / CCNP e, como diferencial, CCIE.
Mais uma figurinha carimbada: O Analista / Engenheiro de Segurança. Este é o profissional responsável pela segurança da rede (equipamento, sistemas operacionais de servidores e clientes e programas utilizados). Também monitora tentativas de invasão e uso indevido dos recursos da rede, além de definir e manter as regras de uso dos recursos computacionais da empresa.
Formação recomendada: Curso Superior em Ciência da Computação, Informática ou Engenharia da Computação ou qualquer outra área de base matemática.
Conhecimentos úteis: Sistemas operacionais em geral, funcionamento de programas, sistemas de firewall, protocolos de rede (principalmente TCP/IP), linguagens de programação (C, Perl, VB), hardware e software de redes.
Ferramentas mais usadas: Analisadores de protocolos de rede e de falhas de sistemas operacionais e programas, desenvolvidos por terceiros ou internamente.
Principais atividades: Análise de brechas de segurança e tentativas de invasão a sistemas operacionais e equipamento de interconectividade.
Certificações-chave: Títulos de segurança em sistemas operacionais da Cisco (ex. CCNA Security, CCSP), CISSP, Sun, CheckPoint e Microsoft.
E eis que aparece ele, o Analista de Suporte. Este é o profissional responsável pela instalação e configuração de software e hardware. Também resposável pelo suporte à rede, dependendo do conetxto. A Análise de Suporte é uma atividade muito abrangente, que inclui desde as tarefas mais simples, como suporte ao usuário de Windows e Office, por exemplo, até as mais especializadas, como suporte a servidores e redes.
Formação recomendada: Curso Superior em Ciência da Computação, Engenharia da Computação, Informática ou Tecnólogo em Processamento de Dados.
Conhecimentos úteis: Windows 2000, UNIX, Redes, hardware.
Ferramentas necessárias: As ferramentas vão se adaptar à área da Análise de Suporte que o profissional escolher para trabalhar. Pode-se citar as Knowledge Bases dos fabricantes e ferramentas para consultas a arquivos.
Principais atividades: Instalação e configuração de ambiente para o usuário (incluindo sistemas operacionais e principais aplicativos); instalação e configuração de servidores; desenho e suporte da rede interna da empresa.
Certificações-chave: MCSE + I, CCNA / CCNP.
E o Auditor de Sistemas? Boa pergunta! Este seria o profissional encarregado de auditar sistemas e redes corporativas, identificando fraudes e outros tipos de irregularidade, além de analisar políticas e investimentos necessários para a estrutura de informática do cliente.
Formação recomendada: Curso superior de Ciência da computação, Engenharia da computação ou Administração com ênfase em informática.
Conhecimentos úteis: Conceitos de administração, novas tecnologias (principalmente de segurança, desenvolvimento de sistemas e teleprocessamento), técnicas de análise de investimentos/riscos, elaboração de planos diretores de informática, modalidades de fraudes e outras irregularidades envolvendo dados, domínio de pacotes populares de software (família Office, sistema operacional Windows), redes de computadores.
Ferramentas mais usadas: Metodologias de auditoria de sistemas, software para extração e análise de dados (como o ACL - Audit Command Language), além de metodologias e programas próprios de cada empresa.
Principais atividades: Definir estruturas de controles internos, identificar e quantificar fraudes, analisar investimentos e riscos, manter contato com os departamentos técnico e de negócios da empresa.
Certificações-chave: A mais relevante é a CISA (Certified Information System Auditors), seguida da CFE (Certified Fraud Examiner). Temos também o COBIT e o ITIL complementando o perfil.
Finalmente… o Engenheiro de Redes!! Ele é o profissional responsável pela área de hardware e de arquitetura de redes locais (LAN, Local Area Network), externas (WAN, Wide Area Network) e eventualmente municipais (MAN, Municipality Area Network). Ele diagnostica problemas e faz projetos de rede, adequando as soluções às necessidades de cada cliente. Participa também da apresentação desses projetos e de soluções de rede fora da empresa.
Formação recomendada: Nível Superior em Engenharia Eletrônica ou da Computação.
Conhecimentos úteis: Protocolos TCP/IP (para redes WAN e LAN), tecnologia Ethernet (para redes LAN), frame relay, ADSL, BGP, cable modem (todas para redes WAN). Recomendável também conhecimento em gerenciamento de rede e em técnicas de diagnóstico de problemas.
Ferramentas mais usadas: Software Visio, relacionado ao layout da rede. SMS, da Microsoft, que serve para projetar e também monitorar a rede. Network Monitor, também da Microsoft, para monitoramento. Sniffer, que serve para acompanhar o tráfego da rede e diagnosticar problemas.
Principais atividades: Análise e diagnóstico de problemas em redes LAN, WAN e MAN. Planejamento e projeto de redes desses três tipos, adequando-as às características de cada cliente. Acompanhamento da criação desses projetos. Atuação em pré-venda: visita a eventuais clientes e apresentação de soluções e novas tecnologias, caso em que o profissional deve fomentar novos projetos e, eventualmente, trabalhar com a equipe comercial da empresa. Atuação em
pós-venda: acompanhamento da implementação do projeto, isto é, montagem e configuração da rede desenhada.
Certificações-chave: Certificações Cisco (e de outros vendos como 3Com, Juniper, Enterasys, etc), Microsoft e ITIL.
Mas e o… Engenheiro de Telecomunicações? Ah, sim! Este seria o profissional que monta, opera e faz manutenção de redes. Na área comercial, cria e adapta serviços de telecom para clientes corporativos. Em planejamento, o profissional cria as redes que poderão dar suporte aos serviços obtidos pela área comercial.
Formação recomendada: Engenharia Elétrica com ênfase em Telecomunicações.
Conhecimentos úteis: Cálculo e matemática. Especificamente da área, conhecimentos de irradiação, princípios de comunicação, circuitos elétricos, sistemas de comunicação, transmissão via rádio, via fibra óptica e via satélite, redes digitais e de telefonia.
Ferramentas mais usadas: Software de cálculo de tráfego, para planejamento e construção de rede. Software para construção de links de rádio. Software de administração de redes. Em geral, são programas proprietários, desenvolvidos pelas próprias empresas e que têm como base o Delphi, o Visual Basic, o SQL Server e outros.
Principais atividades: Manter em funcionamento o equipamento, impedindo interrupções no sistema. Especificar o hardware que vai construir a rede. Fazer contato com fornecedores para adquirir novas tecnologias. Relacionar as necessidades dos clientes com as tecnologias existentes, propondo novos serviços e novas composições de rede.
Certificações-chave: Na área de transmissão de dados, programas de certificação da Cisco e da Novell. Na de telefonia, certificação de fornecedores como Ericsson, NEC, Siemens e Lucent. Na área de transmissão por rádio, certificações da Alcatel, da Marconi, da Nortel e da NEC.
Qual a função do Engenheiro de Sistemas (Systems Engineer)? Esta é uma nomenclatura amplamente utilizada. Antigamente, era usada apenas para difinir engenheiros de software, que trabalhavam no desenvolvimento / suporte de sistemas, por assim dizer. De uns tempos para cá, a moda pegou e esta nomenclatura vem sendo usada para definir profissionais que fazem exatamente o que foi descrito até o momento. Ou seja, podemos ter um profissional registrado como Engenheiro de Sistemas que faz o que um Engenheiro de Vendas faz.
Temos também as funções mais comerciais (mas nem por isso, menos interessantes). Por exemplo: O Executivo de Vendas (também pode constar como Account Manager, Account Executive, dentre outros)
Este seria o profissional responsável por analisar as condições do mercado para a aceitação de produtos. Também é responsável por identificar clientes em potencial e torná-los clientes efetivos. Em alguns casos, este profissional pode fazer uma análise financeira geral do mercado. São profissionais que costumam ser contratados por compreender bem a área de atuação, ou por já possuírem uma boa carteira de clientes. Sào remunerados com uma grande parcela do salário em forma variável (comissionados).
Formação recomendada: Ciências da Computação, Engenharia de Telecomunicações, ou outra na área de TI. É importante também ter MBA na área de gestão empresarial e conhecimentos avançados de inglês e espanhol.
Conhecimentos úteis: Matemática financeira, contabilidade e marketing.
Ferramentas mais usadas: Há várias ferramentas úteis, mas conhecer bem microinformática é fundamental. Também é importante conhecer ferramentas de CRM.
Principais atividades: Bom… VENDER! rsrsrsrs.
Certificações-chave: Não há.
Como vocês podem observar, existem muitas funções, e cada uma tem vantagens e desvantagens. Normalmente, os profissionais mais bem pagos são encontrados na área comercial (ao menos em multinacionais). A área comercial é o topo da pirâmide, se pensarmos com cuidado. Sem os vendedores, as empresas “morrem”, e nenhum outro cargo teria valor. Por este motivo, são profissionais muito bem preparados (na maior parte das vezes , ao menos rsrsrsrsrs), experientes e, por isso, muito valorizados.
Existem ainda outras novas nomenclaturas, que nada mais são do que outros nomes para as que mencionei antes. Por exemplo: Engenheiro de Convergência (variação de Engenheiro de Redes, ou de Arquiteto de Soluções), dentre muitas outras.
Espero que tenham gostado! Postem suas dúvidas por aqui!
Um abraço e boa semana! Lembrando que Sábado que vem, temos o evento NetworKaridade !
Um abraço,
Marco Filippetti
Fontes de consulta:
http://carreiradeti.com.br/16-carreiras-ti-maior-demanda-tecnologia/
http://www.timaster.com.br/revista/revista.asp
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 O Leandro Lima criou uma discussão no fórum bastante interessante, e achei que deveria ser tratada aqui, na 1a página do blog, em forma de um post. Assim podemos ter uma idéia de como cada um encara esta crise no que diz respeito às suas ramificações para o mercado de tecnologia. Será que o Brasil está mesmo “blindado” contra esta crise, como dizem alguns? É… ao que parece, assim como o resto do mundo, claramente não está.
Eu acredito que esta crise global vai impactar a demanda por profissionais de tecnologia, e este impacto poderá ser sentido em breve. Como eu mencionei, muitos (incluindo nosso Presidente) dizem que esta crise passará longe do Brasil, mas já percebemos que isso não é verdade. Gigantes da indústria brasileira, como a Aracruz (papel e celulose) e a Sadia já apresentaram balanços com prejuízos bilionários, causados pela repentina alta do dólar. O desaquecimento econômico global faz com que algumas grandes empresas brasileiras (como a Vale e a Petrobras) exportem menos e, como consequência, gerem menos receitas e tenham seu lucro reduzido.
Por outro lado, para complicar as coisas, o crédito está mais limitado, o que também influencia o crescimento da indústria e do mercado. Bancos tendem a ser mais seletivos na hora de emprestar dinheiro, e isso também contribui para uma desaceleração econômica. A matemática é relativamente simples: Menos dinheiro disponível = menos consumo. Menos consumo = menor produção. Menor produção = menor crescimento econômico. Com menos crédito disponível, há menos investimentos e menos consumo e, como consequência, as empresas tendem a focar em seu “core business” que, na maioria das vezes, não inclui a parte de tecnologia.
Ou seja, esta crise é global e, apesar de não estamos no centro dela, ela nos afeta, sim.
Assim sendo, eu diria que esta crise terá impacto na área de TI, uma vez que eu imagino que a demanda por produtos e serviços de TI tende a diminuir. Em isso se confirmando, a procura por profissionais de tecnologia tende a desaquecer.
Portanto, não subestimem esta crise. Ela afeta a todos nós.
Minha opinião, claro. Não sou economista, mas também não sou cego
NOTA: A BOVESPA, após cair 4% ontem (e 44% no ano), mal abriu e já cai mais de 9% hoje.
Um abraço!
Marco.
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 Recentemente o Gartner Group divulgou o resultado de uma pesquisa que formatou o “quadrante mágico” para o mercado de Unified Communications. Para quem não sabe, o gráfico conhecido por “quadrante mágico” visa consolidar uma pesquisa de mercado em um único gráfico, mostrando quem são os visionários, os líderes, os que atuam em nichos específicos e, dentre eles, quem tem habilidade de executar ou quem tem um roadmap mais sólido.
O resultado é o gráfico abaixo.

Reparem no detalhe: Microsoft já aparece na frente da Cisco no quadrante mais importante: O de liderança de mercado. Ou seja, segundo a pesquisa, a MS teria maior poder para executar e uma visão mais completa do mercado e das necessidades deste. A Cisco, por sua vez, parece estar muito próxima da linha que separa o quadrante de líderes do quadrante de “challengers” (onde se encontram empresas como Avaya e NEC).
A interpretação deste gráfico é clara: A MS está liderando mesmo a corrida para abocanhar mais este mercado. Ou a Cisco se mexe, e rápido, ou ficará para trás (mais para trás). É interessante notar que, segundo o Gartner, mesmo a Nortel possui um melhor entendimento deste mercado. Lembrando que Nortel e MS são parceiras neste mercado.
Achei que se interessariam por este tipo de info!
Abs!
Marco Filippetti
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 Olá a todos,
Gostaria de dizer que estarei chegando ao Brasil logo mais, para uma pequena temporada de férias.
Sobre o NetworKaridade eu gostei muito do projeto e vou falar com o Marco, que gostaria muito de ir e participar e espero que eu não tenha que fazer o simulado, afinal de contas estarei de férias e não mais estudos (rsrsrs), para os que forem ao evento será um prazer conhecer alguns integrantes deste blog.
Aproveitando, decidi levar comigo um dos meus companheiros inseparáveis até agora (rsrsrs), 01 Catalyst 3550-48 com IOS EMI (ou seja, permite qualquer tipo de roteamento) muito recomendado para os estudos do CCIE do RS, já que eles usam 2x 3550 e 2x 3560.
Bem para os possiveis interessados também tenho um link dele no mercadolivre, normalmente este switch no Brasil sairia por uns 6.000,00 reais, mas como eu comprei mais barato na Europa estou sendo justo no preço sem querer ganhar nada em cima.
Link no mercado:
http://produto.mercadolivre.com.br/MLB-81771912-cisco-catalyst-switch-3550-ws-c3550-48smi-layer-3-48-portas-_JM
Este switch me ajudou muito nos meus estudos e tenho certeza que poderia ajudar alguém deste blog também.
Anderson.
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Pessoal, estou divulgando um projeto idealizado pela BT (British Telecom), e levado adiante em parceria com o Instituto Eldorado. Vale a pena conhecer e, se interessar, se inscrever no programa!
Seguem os detalhes:
Olá,
Conheça o Projeto Fábrica de Talentos.
O FÁBRICA DE TALENTOS é um programa de capacitação profissional voltado para profissionais e alunos de nível médio e superior na área da Tecnologia da Informação e Comunicação (TIC), de forma a prepará-los para aproveitar as oportunidades nas áreas de suporte a clientes internacionais.
Resultados Esperados:
- Programa de capacitação contínuo e variado.
- Capacitação de alunos de Instituições de Ensino Médio e Superior.
- Reciclagem de profissionais de mercado.
- Transferência de tecnologia e disseminação de conhecimentos.
Dinâmica:
As pessoas selecionadas, a partir da inscrição no site, serão convidadas para participar do Módulo de Ensino a Distância – EAD, que tem duração estimada de 10 horas.
Os alunos concluintes do Módulo EAD serão entrevistados, de forma presencial, pela MANPOWER, onde será feita uma análise de perfil. Também serão entrevistados pela CULTURA INGLESA, de onde será identificado o grau de proficiência em língua inglesa.
Os alunos selecionados serão convidados para o Módulo Foundation e posteriormente podem ser convidados para o Módulo Specific e Advanced. A capacitação técnica será acompanhada por um reforço de inglês, aplicados pela Cultura Inglesa e treinamentos comportamentais.
Localização:
Os cursos presenciais são realizados em Campinas (SP), nas dependências do Instituto de Pesquisas Eldorado, conforme disponibilidade (vide calendário de cursos disponível no site), onde contamos com laboratórios compostos por salas de aula com capacidade para 50 alunos cada e rampa de acesso para cadeirantes.
Para aqueles que tenham interesse, inscrevam-se em nosso site www.fabricadetalentos.org.br (link Inscrições).
Para dar seqüência à sua participação após sua inscrição, você deverá aguardar até que um login/senha lhe seja enviado no e-mail cadastrado para dar início ao curso EAD (Educação a Distância) e a partir daí, iniciar como aluno regular nos próximos cursos.
Aproveite e convide seus amigos!
Atenciosamente,
Equipe Fábrica de Talentos
Visite nosso site: www.fabricadetalentos.org.br
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 Pessoal, com a incursão de alguns profissionais de RH no blog, a fim de facilitar a vida deles e a de vocês também, criei uma nova categoria no Fórum chamada “CVs”. A idéia é que cada leitor interessado em disponibilizar seu CV, abertamente, crie uma discussão citando brevemente seus atributos profissionais e anexe seu CV (ZIPADO! Tem que ser ZIPADO, do contrário, o sistema de upload corrompe o arquivo) para consulta.
Obviamente ninguém é obrigado a anexar o CV. Se for o caso, apenas escreva um pouco de suas qualificações e deixe uma forma de contato. O ideal é que no corpo da mensagem sejam colocadas palavras-chave, separadas por vírgulas, que identifiquem rapidamente seu perfil em uma busca. Por exemplo, coloque no corpo CCNA, Analista, ITIL, CCDA, etc etc etc.
Para os profissionais de RH (”hunters”), basta entrar no fórum, clicar em “Procurar -> Avançado”, escolher em qual categoria deseja fazer a busca (”CVs”, no caso), e digitar as palavras-chave.
Espero que quebre um galho!
Acho que vocês entenderam como vai funcionar…
Como não tenho tempo para criar um sistema mais sofisticado, vamos usando este por hora
Um abraço a todos!
Marco Filippetti
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 Pessoal,
Ainda não dá para saber exatamente o quanto de empregos, benefícios ou “holofotes” isso pode gerar.
Só sei que após o “Cisco Gate” (Veja coleção de posts e matérias aqui), isto não deixa de ser uma notícia importante de estratégia da Cisco. Por isso, a replico aqui. Comentem.
Abraços!
Fábio A. de Amorim
Fonte
Cisco estuda trazer centro de globalização para o País
por Gustavo Brigatto
20/08/2008
Empresa também avalia a possibilidade de instalar um fundo de capital de risco no Brasil
Com um crescimento de 48,4% no último ano fiscal e com a perspectiva de continuar em um ritmo forte nos próximos dois ou três anos, a Cisco do Brasil ganhou destaque dentro da corporação e negocia trazer para cá um centro de globalização, segundo seu presidente, Pedro Ripper. “Estamos em estágio avançado de planejamento”, afirmou ele. A idéia é que o Brasil passe a ser prestador de serviços em pesquisa e desenvolvimento, ou outras atividades solicitadas por escritórios da Cisco em todo o mundo.
Além disso, o País deve receber um fundo de capital de risco para investir em empresas das áreas de tecnologia e conteúdo, “inovadores o suficiente para se globalizar”. Segundo Ripper, o fundo deve ser criado ainda no ano fiscal 2009 da Cisco, que se encerra em junho do ano que vem. No início de julho, a empresa anunciou uma iniciativa semelhante na Rússia.
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