leolima

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    Prezado Igor,

    Favor me adicionar:

    (31) 9109-9718

    Obrigado.

    em resposta a: Canal – Lá nos Estados Unidos #115464

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    @flyner Portugal Meus parabéns, tivemos um contato pessoal quando comprei os switches de você, e vi como é um cara 10 e batalhador. Sucesso sempre. Acompanhando o “videolog” lá no youtube já.

    em resposta a: Cisco Live Magazine #114783

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    em resposta a: PDF compress #114033

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    em resposta a: SharePoint #113975

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    em resposta a: Engatinhado em Redes – Sobre DCHP #113983

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    @andresoares, boa tarde.

    DHCP é a sigla para Dynamic Host Configuration Protocol (Protocolo de configuração dinâmica de host), como o nome diz, ele foi criado com o objetivo de auxiliar a configuração de dispositivos finais. Imagine um parque com 1000 computadores, e todos configurados de forma manual, sem dúvida seria oneroso configurar/alterar/gerenciar as informações de todos esses dispositivos de forma manual.
    Corrigindo o conceito dito por você, o DHCP não é um protocolo para “rotear o IP”. Ele simplesmente fornece endereços IP aos computadores clientes e a outros dispositivos de rede com base na pilha IP. Este seria a melhor definição para tal serviço.

    O DHCP pode ser enquadrado como um SERVIÇO DE REDE, neste caso, independente da topologia de rede ele sempre vai exercer a mesma função. No exemplo que você citou, podemos dizer que você possui uma rede domiciliar, e neste caso seu MODEM de INTERNET vai fornecer a função de SERVIDOR DHCP, por meio da execução do SERVIÇO DHCP. Neste caso seu equipamento irá fornecer todas as opções do escopo DHCP, bem como citado por você, Servidores DNS, servidores WINS, Gateway.

    O DHCP INTERNO não tem nenhuma relação com o serviço de DHCP da operadora de INTERNET, ou seja, a configuração de DHCP do modem só tem contexto local, e só é válida para os dispositivos que estiverem conectados a ele e/ou dentro da rede da sua casa (LAN).

    Sim, várias operadoras de telecomunicações trabalham com o serviço DHCP, primeiro para otimizar a distribuição dos endereços IP para os clientes finais, segundo como uma forma de otimizar o uso do range de endereços IP, ou seja, imagine que você recebeu um dado IP, com um dado tempo de release de 2 dias, depois de dois dias seu IP é liberado e pode ser utilizado por outro cliente.

    O IP pode sim ser o mesmo, depois do tempo de release o CLIENTE DHCP (no caso seu MODEM) negocia com o servidor DHCP a renovação da concessão, neste caso a concessão pode ser renovada pelo servidor PERMITINDO que o cliente permaneça com o mesmo endereço IP.

    Em definição: “Uma concessão é um período de tempo especificado por um servidor DHCP durante o qual um computador cliente pode usar um endereço IP que ele recebeu do servidor DHCP (diz-se atribuído pelo servidor DHCP). Uma concessão está ativa quando ela está sendo utilizada pelo cliente. Geralmente, o cliente precisa renovar sua atribuição de concessão de endereço com o servidor antes que ela expire. Uma concessão torna-se inativa quando ela expira ou é excluída no servidor. A duração de uma concessão determina quando ela irá expirar e com que freqüência o cliente precisa renová-la no servidor”

    Você pode aprofundar seus conhecimentos sobre DHCP neste LINK: http://www.rnp.br/newsgen/9911/dhcp.html

    Atenciosamente.

    em resposta a: Design de rede – Como evitar Gargalos #113981

    leolima
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    @ Fernando Avelino ; ) Citei isso nos comentários, não existe pedra filosofal pra esse ponto, mas existe uma referência teórica por onde começar, e se o engenheiro não quiser se aprofundar, existe a referência do mercado, como o Thiago bem citou 😉

    No ambiente enterprise o que vemos é 10:1, 20:1

    Retificando “A sua questão é bem abrangente, pois os gargalos de uma rede não estão diretamente ligados somente a questão da banda, eles vão além, e podem se relacionar com a capacidade de processamento das “caixas”, a capacidade de switching, questões de QoS etc…”

    Mas a linha de base para o marvin entender creio que seja essa citada, e por meio desta desenvolver o raciocino para chegar ao melhor modelo de acordo com o cenário que ele esta desenhando.

    @marvin, o trabalho do pré-venda não é só importante, mas fundamental. Uma rede mal projetada, não há configuração que resolva. E hoje a rede tem suas pernas e integrações, SAN, FCoE etc… Integrar tudo isso a “rede” é um trabalho árduo, e exige um perfil de conhecimento generalista/especialista. Hoje valorizo muito o trabalho do pessoal de pré-venda, estou atuando em um projeto no qual a bate-papo com eles foram de suma importância para o desenho da solução. E isso envolve questionar, perguntar, entender (….) Trabalho em equipe.

    Att.

    em resposta a: Design de rede – Como evitar Gargalos #113976

    leolima
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    Amigo, bom dia.

    Vamos as contas.

    Quando falamos de velocidades de uplinks, geralmente falamos em relações de 10:1, 20:1 e por aí vai. Antes de pensarmos em velocidades de Uplinks o ideal é responder a seguinte pergunta. Qual o perfil de tráfego da rede que estou desenhando? Pois assim conseguimos uma melhor relação, conforme explicitado.

    Vamos pegar um exemplo básico, tendo em mente que a minha camada de distribuição está agregada junto ao Core, ou seja, temos um modelo de “collapsed backbone”.

    Vamos supor que temos na camada de acesso 7 switches de 48 portas, todas 1 Gbps. Destes 7 switches, duas portas são 10 Gbps que serão utilizadas como uplinks configuradas como ETHERCHANNELs (link aggregation). Afim de simplificação vamos considerar os switches de acesso com a capacidade de switching total, ou seja, caso todas as portas de um switch estejam trafegando a 1 Gbps, essa caixa possua a capacidade de “comutar” todos os frames, neste caso teríamos, 48 portas vezes 1 Gbps, logo a capacidade de switching (comutação) seria igual a 48 Gbps.

    * OBS: Lembrando que essa capacidade de comutação tem várias entrelinhas, e elas variam de acordo com o modelo, configuração de stack etc.. Aconselho a olhar no datasheet do equipamento.

    Agora que identificamos que nosso switch tem a capacidade de “switching” de 48 Gbps, vamos supor agora o stack desses 7 switches, neste caso teríamos 7 x 48 portas = 336 Gbps. Ou seja, meus switches de acesso configurados em stack tem a capacidade máxima de tráfego, igual a 336 Gbps. Agora precisamos definir a capacidade do uplink, no exemplo falei que tenho duas portas de 10 Gbps de Uplink, usando o ETHERCHANNEL, teríamos uma capacidade agregada na casa de 20 Gbps, logo a conta ficaria 336/20, igual a 16,8.

    Teríamos então a cada 16,8 Gbps gerados no acesso, uma banda de 1 Gbps para “levar” esse tráfego até a Distribuição/CORE. Uma relação de 17:1 😉

    A grosso modo a lógica seria essa, para refina-la, você tem de desenhar sua rede de acordo com o padrão de tráfego, a capacidade de “switching” de cada equipamento, a capacidade de “switching” do stack etc…

    No seu desenho, você pode aplicar a mesma lógica, identificando o que “sobe” para a distribuição e para o CORE, o mais importante é identificar o que realmente você utiliza em termos de banda, pois mesmo tendo 1 Gbps no acesso, na prática uma estação de trabalho não utiliza tudo isso de banda, logo, poderíamos considerar a relação 17:1 (dezessete para um) como uma boa relação, desconsiderando outros fatores. Na prática o que encontramos no mercado são relação de 10:1 e 20:1 (em ambientes enterprise).

    A sua questão é bem abrangente, pois os gargalos de uma rede não estão diretamente ligados somente a questão da banda, eles vão além, e podem se relacionar com a capacidade de processamento das “caixas”, a capacidade de switching, questões de QoS etc…

    Pode encontrar mais informações sobre este ponto na seguinte publicação: http://www.ciscopress.com/store/top-down-network-design-9781587202834

    Ficou Claro?

    em resposta a: Solução Wireless HP #113882

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    @wellington

    Muito obrigado pelo retorno.

    Atenciosamente.

    em resposta a: Solução Wireless HP #113880

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    @Aldrin

    Você pode me pontuar por gentileza o que seria essa questão de ser mais fraco que cisco em relação a funcionalidades? Pois se eu bater o datasheet dos fabricantes, vejo que as funcionalidades são muito similares.

    Você pode listar pra mim o que você mais sente falta no sistema Wireless HP em relação ao Cisco?

    Muito obrigado por compartilhar sua experiência.

    em resposta a: Voip roteador 2911 #113696

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    Anderson,

    Aconselho a fazer a verificação, tanto da versão do IOS, bem como o suporte do módulo pelo router. Este documento pode te guiar nestes pontos:
    Procure por “VIC3-2FXS/DID” , e você vai encontrar tanto o IOS suportado “IP Voice”, bem como outras informações, que podem te guiar nesta questão da compatibilidade.

    http://www.cisco.com/c/dam/en/us/products/collateral/routers/1900-series-integrated-services-routers-isr/aag_c07_563807.pdf

    em resposta a: Equipamento da Multicast #113364

    leolima
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    Equipamento da Multicast !!!

    Pensei que era algum fabricante de equipamentos de Network 😉

    em resposta a: Quero Um ‘Norte’ Para Seguir Uma Carreira Em Redes! #113304

    leolima
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    Na minha opinião o foco não vem sem a base, logo, antes de falar em outras verticais como (DATACENTER, VOICE, SECURITY, SP). Eu aconselho a ter uma boa base em routing and switching e depois sim se especializar em uma dessas outras verticais citadas. Para quem esta começando os estudos acho difícil se especializar numa vertical, sem R&S.

    em resposta a: GNS3 Pago? Ou só Crowdfunding. #112032

    leolima
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    O “build 1” estava previsto pra Fevereiro, porém até o momento também não recebi nada. Vamos aguardar.

    em resposta a: HSRP com subinterfaces #113283

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    Fernando Almeida dá sim. Fiz um LAB no GNS e funcionou 100%. Me mande seu e-mail inbox que te passo as configurações.

    em resposta a: Vaga de Analista de Redes Sr. @ Aracaju-SE #112483

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    Parabéns fagner vieira !!! Sucesso.

    em resposta a: Download de vários livros da CiscoPress – Quase uma coletânea #66259

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    Voltou faz um tempão 😉

    em resposta a: GLBP #112939

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    @willian_mattos

    Veja se entendi. Mesmo quando a WAN de R1 caia, o encaminhamento dos frames ocorre via R1 e não via R2? Correto. Se sim. O decremento da prioridade esta ocorrendo em R1? Se puder me mandar sua configuração por e-mail. Vou montar um LAB no GNS3 para visualizar o cenário. Aproveitar que estou estudando pro CCNP 🙂 Te mando meu e-mail inbox.

    Atenciosamente.

    em resposta a: LAYER 3 GNS3 #112870

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    E-mail enviado 😉

    em resposta a: LAYER 3 GNS3 #112868

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    @raul

    Montei um LAB no GNS para estudar o HSRP bem legal!!! Segue imagem da topologia. Me mande um MP que te envio as configurações e os descritivos das imagens do IOS que utilizei 😉 Neste LAB configurei o HSRP para rodar por VLAN, de um total de 4 VLANs, balanceando a questão dos grupos HSRP/VLAN entre os roteadores do CORE.

    em resposta a: ASA + ASDM – GNS3 não pinga a loopback #112804

    leolima
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    @mizael Andrade Reis

    Você tentou isolar o problema para ver se o erro esta no ASA, e não na loopback? Conforme verificado na captura do wireshark, é possível ver o ICMP request da loopback (192.168.10.2) para o IP do ASA (192.168.10.10), correto? Porém não vemos o ICMP reply.

    Você liberou o ICMP no Asa? Se sim. Faça o seguinte teste abaixo:

    Tente susbstituir o ASA por um roteador com as mesmas configurações de IP, reiniciar o GNS3, e tentar pingar novamente 🙂

    Se funcionar o problema é no ASA e muito provavelmente relacionado a regras de permit do ICMP 🙂

    em resposta a: ASA + ASDM – GNS3 não pinga a loopback #112809

    leolima
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    Mizael Andrade Reis

    Eu montei a mesma topologia e deu o mesmo problema, eu resolvi reiniciando o Windows e depois desabilitando o firewall. Segui a priori o seguinte step by step:

    http://blog.ciscoinferno.net/gns3-and-cisco-asa-8-4-part-1
    http://blog.ciscoinferno.net/gns3-and-cisco-asa-8-4-part-2

    Posso te mandar as versões das imagens que utilizei + a config + a topologia. Me manda um MP com seu e-mail 😉

    em resposta a: Cisco Cloud Labs #112850

    leolima
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    Show!!1 Obrigado por compartilhar 🙂

    em resposta a: HP x Cisco – Preço X Nome de Mercado #112752

    leolima
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    Estou para entrar em um projeto todo HP!!! E to vendo o terror nas palavras da galera ;( Uma pena que não posso obrigar a comprar Cisco.

    em resposta a: HP x Cisco – Preço X Nome de Mercado #112746

    leolima
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    Entendi. Realmente temos as mesmas linhas de SW tanto dentro do site da HP, quando da H3C 😉

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